tempo para garantir o fornecimento de um medicamento usado como antídoto: o fomepizol. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), autoridades internacionais foram acionadas para viabilizar a importação do remédio.
tempo para garantir o fornecimento de um medicamento usado como antídoto: o fomepizol. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), autoridades internacionais foram acionadas para viabilizar a importação do remédio.
A Anvisa já consultou formalmente autoridades reguladoras internacionais sobre a autorização de comercialização do produto em seus respectivos países. Entre os órgãos contatados estão:
ANMAT (Argentina)
COFEPRIS (México)
EMA (União Europeia)
FDA (Estados Unidos)
Health Canada (Canadá)
MHLW (Japão)
MHRA (Reino Unido)
NMPA (China)
Swissmedic (Suíça)
TGA (Austrália)
Além disso, foi publicado um edital de chamamento para identificar fabricantes e distribuidores internacionais com disponibilidade imediata de fornecimento do medicamento ao Ministério da Saúde. O objetivo é acelerar a aquisição e garantir o atendimento aos pacientes no menor tempo possível.
A medida atende a um ofício de urgência enviado pelo Ministério da Saúde, que solicitou a publicação do edital.
Ação do fomepizol
O medicamento é considerado o tratamento de referência contra intoxicação por metanol, pois bloqueia a transformação da substância em metabólitos tóxicos, responsáveis por causar danos graves ao sistema nervoso e ao fígado.
Na ausência do fomepizol, os serviços de saúde recorrem a alternativas como o uso controlado de etanol grau farmacêutico, que pode retardar os efeitos do veneno, mas não apresenta a mesma segurança nem eficácia.
Enquanto o antídoto não chega, a orientação à população é: em caso de suspeita de intoxicação, ligar imediatamente para o Disque-Intoxicação (0800-722-6001), serviço que reúne 13 centros especializados em todo o país.
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