A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (03), um casal suspeito de ter matado o advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco durante um assalto em Higienópolis, região central de São Paulo (SP). Um terceiro homem também foi detido por participação no crime.

Advogado estava desaparecido e foi tratado como indigente ao ser socorrido. Veja os detalhes (Foto: Reprodução)
Advogado estava desaparecido e foi tratado como indigente ao ser socorrido. Veja os detalhes (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta sexta-feira (3), dois homens e uma mulher suspeitos de terem matado o advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco durante um assalto em Higienópolis, região central de São Paulo (SP).

Como aconteceu o crime

Segundo as investigações, o advogado foi atacado na madrugada de quarta-feira (1º) por dois assaltantes que o agrediram com um soco na cabeça. Imagens de segurança mostram o momento em que o advogado foi abordado por um casal. O homem tentou roubar os pertences de Pacheco, que reagiu e entrou em luta corporal. Durante a briga, ele foi golpeado, caiu no chão e bateu a cabeça.

Em seguida, os criminosos fugiram levando o celular, o relógio e a carteira com documentos da vítima.

Tentativa de socorro

Segundo o boletim de ocorrência do 78º Distrito Policial (Jardins), policiais militares foram acionados após denúncia de que um homem estava passando mal e convulsionando. Pacheco foi encontrado desacordado e socorrido pelo Samu ao Pronto-Socorro da Santa Casa de São Paulo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada de 1º de outubro.

Corpo ficou sem identificação

Sem documentos e sem celular, ele só foi identificado na quinta-feira, dia 2 de outubro. Inicialmente, chegou a ser confundido com uma pessoa em situação de rua. A confirmação veio após exame pericial, que relacionou o corpo ao boletim de desaparecimento registrado no dia 30 de setembro.

Quem foi Luiz Fernando Pacheco

Formado em Direito pela Universidade Mackenzie em 1996, Pacheco iniciou a carreira no escritório de Márcio Thomaz Bastos, onde se tornou sócio em 2000. Atuou em casos de grande repercussão nacional, incluindo a defesa do ex-deputado José Genoino no processo do mensalão.

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