O Ministério da Saúde atualizou neste domingo (5), os dados sobre casos de intoxicação por metanol no Brasil, registrando até o momento 16 casos confirmados e 209 suspeitos em diferentes estados. O metanol é uma substância altamente tóxica, utilizada principalmente como álcool industrial, solvente, combustível e em produtos de limpeza, e sua ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode levar a danos graves à saúde, incluindo cegueira, insuficiência renal e até morte.

Foto: Reprodução
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O Ministério da Saúde atualizou neste domingo (5), os dados sobre casos de intoxicação por metanol no Brasil, registrando até o momento 16 casos confirmados e 209 suspeitos em diferentes estados. O metanol é uma substância altamente tóxica, utilizada principalmente como álcool industrial, solvente, combustível e em produtos de limpeza, e sua ingestão, mesmo em pequenas quantidades, pode levar a danos graves à saúde, incluindo cegueira, insuficiência renal e até morte.

Segundo o boletim, os casos confirmados estão distribuídos por estado da seguinte forma: São Paulo com 7 confirmados e 102 suspeitos, Rio de Janeiro com 3 confirmados e 45 suspeitos, Minas Gerais com 2 confirmados e 20 suspeitos, Paraná com 1 confirmado e 15 suspeitos, Bahia com 1 confirmado e 10 suspeitos, e outros estados somando 2 confirmados e 17 suspeitos. Esses números ainda podem ser ajustados à medida que novas investigações forem concluídas.

Os sintomas da intoxicação por metanol podem aparecer entre 30 minutos e 12 horas após a ingestão e incluem dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, visão turva, dificuldade respiratória, convulsões e, em casos graves, coma ou morte, tornando fundamental o atendimento médico imediato.

O Ministério da Saúde reforça que a população deve ter cuidado e evitar qualquer ingestão de produtos não autorizados, bem como denunciar a venda irregular de substâncias suspeitas pelos canais oficiais, como o Disque Saúde (136), o Procon estadual ou municipal e a Polícia Militar (190).

Para prevenir novos casos, o governo também intensifica a fiscalização da produção e comercialização de produtos que contenham metanol, promove campanhas educativas alertando sobre os riscos e garante treinamento de profissionais de saúde para diagnóstico precoce e tratamento, incluindo o uso de antídotos específicos como o fomepizol.

A intoxicação por metanol representa um sério problema de saúde pública, e o Ministério da Saúde segue monitorando a situação de perto, em parceria com estados e municípios, buscando proteger a população e reduzir os riscos de novos casos.

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