Os casos de intoxicação por metanol em São Paulo e nesta terça-feira (7), continuam crescendo e já somam 18 notificações confirmadas, com três mortes registradas. As vítimas são dois homens, de 54 e 46 anos, moradores da capital, e uma mulher de 30 anos, de São Bernardo do Campo. Além disso, outros seis óbitos ainda estão em investigação nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e Cajuru. Até o momento, 85 notificações foram descartadas, mas os números seguem em atualização e devem ser incorporados ao balanço nacional do Ministério da Saúde.
Os casos de intoxicação por metanol em São Paulo continuam crescendo, e já somam 18 notificações confirmadas, com três mortes registradas, de acordo com balanço divulgado nesta terça-feira (7). As vítimas são dois homens, de 54 e 46 anos, moradores da capital, e uma mulher de 30 anos, de São Bernardo do Campo.
Além disso, outros seis óbitos ainda estão em investigação nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo e Cajuru. Até o momento, 85 notificações foram descartadas, mas os números seguem em atualização e devem ser incorporados ao balanço nacional do Ministério da Saúde.
Durante as apurações, a Polícia Civil descobriu um galpão clandestino na Vila Formosa, Zona Leste da capital, que funcionava de forma irregular e era usado para a revenda de bebidas alcoólicas. No local, foram apreendidos mais de 100 mil vasilhames vazios e cerca de 6 mil garrafas de bebidas sem procedência, reforçando as suspeitas de adulteração.
Sintomas da intoxicação por metanol
Os especialistas alertam que os sintomas da intoxicação por metanol podem ser confundidos com uma simples ressaca, já que incluem náuseas e dor de cabeça. No entanto, sinais como alterações visuais — por exemplo, enxergar pontos brancos ou um “campo de neve” — além de falta de coordenação motora e confusão mental, exigem atenção imediata, pois podem evoluir para coma ou até mesmo morte.
O tratamento deve ser rápido, com o uso do fomepizol, medicamento que age como antídoto, além de hemodiálise nos casos mais graves. Mesmo assim, os riscos são altos: estima-se que entre 30% e 40% das vítimas possam não resistir, e muitos sobreviventes apresentam sequelas neurológicas permanentes.
As autoridades reforçam a importância de não consumir bebidas de origem duvidosa e lembram que qualquer suspeita deve ser denunciada.
