De acordo com o boletim de ocorrência, o caso começou quando Laisa colocou sacos de lixo em frente à sua casa para o caminhão de coleta. A vizinha Tainara de Jesus Silva teria se irritado com a situação, jogando o lixo de volta na entrada da residência da advogada. Ao tentar questionar a atitude, Laisa diz ter sido surpreendida por agressões físicas violentas, iniciadas por uma adolescente de 15 anos, parente de Tainara.

“Falaram que iam me matar. Eu caí no chão e continuaram me batendo. Usaram uma pá de ferro e uma vassoura. Eu só consegui me proteger com os braços”, relatou a advogada em depoimento.

confusão começou por conta de lixo na calçada
confusão começou por conta de lixo na calçada
Uma briga entre vizinhas, por causa de sacos de lixo deixados na calçada, terminou em agressão violenta na cidade de Betim (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A vítima, a advogada Laisa Safira Acácia Aurélio Souza, afirma ter sido espancada com uma pá de ferro e uma vassoura por três vizinhas — uma delas, adolescente — e ameaçada de morte durante o ataque.
De acordo com o boletim de ocorrência, o caso começou quando Laisa colocou sacos de lixo em frente à sua casa para o caminhão de coleta. A vizinha Tainara de Jesus Silva teria se irritado com a situação, jogando o lixo de volta na entrada da residência da advogada. Ao tentar questionar a atitude, Laisa diz ter sido surpreendida por agressões físicas violentas, iniciadas por uma adolescente de 15 anos, parente de Tainara.

“Falaram que iam me matar. Eu caí no chão e continuaram me batendo. Usaram uma pá de ferro e uma vassoura. Eu só consegui me proteger com os braços”, relatou a advogada em depoimento.

Outras duas mulheres, identificadas como Tainara e Thaís Silva de Jesus, também teriam participado das agressões. A vítima sofreu ferimentos nos braços e na cabeça, e precisou de atendimento médico. Segundo o registro policial, as três envolvidas foram levadas à delegacia — acompanhadas da responsável legal da menor — para prestar esclarecimentos.
As suspeitas deram uma versão diferente: afirmaram que reagiram após a advogada arremessar uma vasilha plástica e proferir insultos. A Polícia Civil vai investigar as duas versões e aguarda o resultado do exame de corpo de delito para dar andamento ao caso.
A vítima afirmou que teme por sua vida e pediu medidas protetivas.

“Não foi uma briga comum. Elas queriam me machucar de verdade. Eu ouvi claramente quando disseram que iam me matar”, declarou.

O caso gerou revolta entre moradores da região. A polícia segue investigando se há imagens de câmeras de segurança que possam comprovar a dinâmica das agressões.

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