O corpo de Maria Clara Aguirre Lisboa, de 5 anos, foi encontrado nesta terça-feira (14) enterrado em uma cova rasa nos fundos da casa do padrasto, em Itapetininga (SP).
Segundo a Polícia Civil, a vítima apresentava sinais de agressão e já estava em avançado estado de decomposição.
A mãe e o padrasto da criança foram presos e são os principais suspeitos do crime.
O Conselho Tutelar informou que acompanhava o caso desde agosto, quando a mãe denunciou o ex-companheiro por ameaças, mas não conseguiu mais contato com ela nem com a menina.
A perícia foi acionada para coletar provas no local e o caso é investigado como homicídio qualificado.
Uma menina de cinco anos, identificada como Maria Clara Aguirre Lisboa (foto em destaque), foi encontrada morta nesta terça-feira (14) nos fundos da casa do padrasto, em Itapetininga, interior de São Paulo. O corpo estava enterrado em uma cova rasa e apresentava sinais de agressão com objeto contundente, segundo a Polícia Civil.
O padrasto e a mãe da criança são apontados como suspeitos do crime e foram presos.
O que diz a polícia
De acordo com a polícia, o corpo da menina já estava em avançado estado de decomposição. A perícia foi acionada para coletar evidências no local e esclarecer as circunstâncias do homicídio.
O Conselho Tutelar informou que havia registrado o desaparecimento de Maria Clara no início de outubro, e que o caso era acompanhado desde que a mãe da vítima denunciou o ex-companheiro por ameaças.
Desde agosto, o órgão tentava contato com a mulher e a filha, mas não obtinha resposta em visitas e ligações.
A Polícia Civil investiga o caso como homicídio qualificado e não descarta a participação de ambos os suspeitos na morte da criança.
