Dalcimar foi imediatamente encaminhada ao Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), onde permaneceu internada por dois dias antes de morrer. Segundo familiares, o exame, que estava previsto para durar cerca de 30 minutos, se estendeu por mais de duas horas, gerando preocupação com possível erro médico.
O marido da vítima relatou momentos de desespero:
“Pelo amor de Deus, não me deixa morrer não, eu estou morrendo, está doendo demais”, teria pedido Dalcimar ainda consciente durante a complicação.
A diarista Dalcimar Rodrigues da Silva, de 55 anos, morreu após sofrer complicações durante uma colonoscopia realizada em uma clínica particular em Aparecida de Goiânia (GO). O exame, inicialmente de rotina, resultou em uma perfuração intestinal que desencadeou uma infecção generalizada.
Dalcimar foi imediatamente encaminhada ao Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), onde permaneceu internada por dois dias antes de morrer. Segundo familiares, o exame, que estava previsto para durar cerca de 30 minutos, se estendeu por mais de duas horas, gerando preocupação com possível erro médico.
O marido da vítima relatou momentos de desespero:
“Pelo amor de Deus, não me deixa morrer não, eu estou morrendo, está doendo demais”, teria pedido Dalcimar ainda consciente durante a complicação.
A Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia informou que comunicou o caso ao Ministério da Saúde e solicitou a suspensão da agenda do médico responsável até que as investigações sejam concluídas. O Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) também acompanha a denúncia, que tramita em sigilo.
A clínica onde o procedimento foi realizado, Cemed, lamentou o ocorrido e afirmou que adotou todas as medidas de suporte após a perfuração. O nome do médico responsável não foi divulgado. Dalcimar deixa esposo, filhos e um neto. A família busca esclarecimentos e responsabilização pelos fatos.
