O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (15) a soltura de um apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro que estava preso preventivamente desde julho, acusado de envolvimento em atos antidemocráticos.

Foto: reprodução/Agência Brasil
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (15) a soltura de uma apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro que estava preso preventivamente desde julho, acusado de envolvimento em atos antidemocráticos.

A decisão foi tomada após a defesa do acusado apresentar novos elementos que, segundo o ministro, indicam a ausência de risco à ordem pública e à instrução criminal.

O detido, identificado como um dos 81 bolsonaristas investigados por supostamente planejar ataques a instituições democráticas, havia sido preso em flagrante durante uma operação da Polícia Federal. A prisão preventiva foi convertida em domiciliar, com monitoramento eletrônico, e o acusado deverá cumprir medidas cautelares, como a proibição de frequentar manifestações e de se aproximar de outros investigados.

A decisão de Moraes gerou reações mistas entre parlamentares e juristas. Alguns consideraram a medida um avanço na garantia dos direitos individuais, enquanto outros apontaram que a soltura poderia enfraquecer as investigações em andamento.

O caso segue sendo acompanhado de perto, com expectativa de que novas decisões possam ser tomadas nos próximos dias, conforme o andamento das apurações.

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