Um menino de três anos, identificado como Noah, morreu após ser levado sem vida ao hospital pelo padrasto, Douglas, de 26 anos, na última quinta-feira (16), em São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso e o pai da criança foi preso.
Um menino de três anos, identificado como Noah, morreu após ser levado sem vida ao hospital pelo padrasto, Douglas, de 26 anos, na última quinta-feira (16), em São Paulo. O pai da criança, que já havia denunciado a ex-companheira, está preso por outro crime.
Em entrevista ao Alô Você, a mãe de Noah contou que estava trabalhando enquanto o companheiro cuidava do menino. Segundo ela, a notícia da morte veio por telefone.
“Tô me sentindo destruída… Eu tinha ido trabalhar e aí ele ligou falando que o Noah não estava respirando”, relatou emocionada.
De acordo com informações preliminares, o corpo do menino apresentava hematomas compatíveis com agressões. A causa da morte ainda não foi divulgada pelo Instituto Médico Legal (IML).
O padrasto afirmou em depoimento que a criança teria sofrido uma queda, motivo pelo qual a levou até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
O Boletim de Ocorrência também aponta que o pai de Noah já havia denunciado supostas violências e abuso sexual contra o filho anteriormente.
Douglas está sendo investigado pela Polícia Civil, e a mãe também pode responder, caso seja comprovado que tinha conhecimento das agressões sofridas pela criança.
Família aponta abuso
Em entrevista ao Bacci Notícias, o avô e as tias de Noah afirmaram que o menino sofria abusos sexuais e não conseguia se expressar devido ao atraso na fala, um dos sintomas do transtorno do espectro autista (TEA).
Uma das tias relatou que a mãe da criança era conivente com a situação, chegando a chamá-la de “sonsa” por não tomar providências.
O avô, pai da mãe de Noah, afirmou ainda que o padrasto é um “jack”, termo usado para se referir a estupradores de menores.
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