O padre Danilo César, processado por Gilberto Gil por racismo religioso, já havia sido investigado anteriormente por um acidente que deixou duas pessoas mortas na Paraíba. O caso ocorreu em 2021, quando o religioso dirigia rumo a uma missa e colidiu com uma motocicleta.
O padre Danilo César, que recentemente se tornou alvo de um processo movido pela família de Gilberto Gil por racismo religioso, também foi investigado pela Polícia Civil da Paraíba por envolvimento em um acidente de trânsito. A colisão deixou duas mortes e ocorreu em 2021, na cidade de Alagoa Nova (PB).
Na época, o sacerdote dirigia um carro da Igreja quando colidiu com uma motocicleta na rodovia PB-97, resultando na morte do piloto e do garupa. Segundo o relatório final da Polícia Civil, as vítimas estavam embriagadas, não possuíam habilitação e não utilizavam capacete.
Esses elementos, somados à ausência de perícia no local, levaram o Ministério Público a se manifestar pelo arquivamento do inquérito, sem denúncia contra o padre.
Danilo César, que à época atuava na Diocese de Campina Grande, voltou ao noticiário após ironizar orixás e citar Preta Gil em uma fala considerada discriminatória. O episódio motivou a abertura de um inquérito por racismo religioso e um pedido de indenização de R$ 370 mil apresentado pela família Gil.
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