A Polícia Civil de Ribeirão Preto (SP) investiga uma nova suspeita de envenenamento envolvendo Elizabete Arrabaça, de 68 anos, já acusada de matar a filha, Nathália Garnica, e a nora, Larissa Rodrigues, com chumbinho em Pontal (SP). A suposta quarta vítima seria uma amiga da idosa, Élide Guide, que morreu há nove anos em circunstâncias semelhantes.
Depoimentos recentes levaram a polícia a reabrir o caso, e a exumação do corpo de Élide deve ser solicitada. O laudo da época apontou edema pulmonar, sintoma compatível com intoxicação por carbamato, substância presente no veneno.
Elizabete está presa desde maio, após exames confirmarem o envenenamento da nora. O filho dela, o médico Luiz Antônio Garnica, também foi detido e é acusado de participar dos crimes. Ambos respondem por feminicídio qualificado e fraude processual. A defesa não se pronunciou.
A Polícia Civil de Ribeirão Preto (SP) investiga uma possível quarta vítima de Elizabete Arrabaça (foto em destaque), de 68 anos, acusada de envenenar a própria filha, Nathália Garnica, e a nora, Larissa Rodrigues, com chumbinho em Pontal (SP). Agora, uma amiga da idosa, identificada como Élide Guide, morta há nove anos, pode ter sido alvo da mesma prática criminosa.
De acordo com o delegado José Carvalho de Araújo, depoimentos colhidos durante as investigações recentes levantaram a suspeita de que Élide teria morrido nas mesmas circunstâncias. A vítima, de 80 anos, foi encontrada sem vida em casa, e, diante das novas informações, a polícia deve solicitar a exumação do corpo para verificar a presença de substâncias tóxicas.
O patologista Dênis Welington Moura Ferreira, responsável pela autópsia de Élide, relatou que o laudo da época apontou edema pulmonar severo, sintoma compatível com intoxicação por carbamato, composto presente no chumbinho. A morte da cadela de Nathália, que também foi exumada, reforçou a suspeita de que Elizabete teria testado o veneno antes de envenenar as vítimas humanas.
Elizabete está presa desde 6 de maio, após exames confirmarem a presença de chumbinho no corpo da nora, Larissa. O filho dela, o médico Luiz Antônio Garnica, marido de Larissa e irmão de Nathália, também foi preso por suspeita de envolvimento nos crimes.
As investigações indicam que Nathália Garnica, de 42 anos, morreu em fevereiro deste ano, e Larissa Rodrigues, em março, em circunstâncias semelhantes. Os laudos toxicológicos confirmaram envenenamento nas duas. O Ministério Público denunciou mãe e filho por feminicídio qualificado, uso de veneno e fraude processual, apontando que o crime teria sido motivado por interesses financeiros e pessoais.
A defesa de Elizabete Arrabaça não se manifestou sobre a nova linha de investigação.
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