Uma adolescente foi vítima de uma violenta agressão dentro do Cemitério Jardim das Rosas, no bairro Vilinha, em Imperatriz, no sudoeste do Maranhão, na noite da última quinta-feira (16). De acordo com informações da Polícia Civil, a jovem foi atraída até o local por duas conhecidas e, ao chegar, foi cercada e espancada por um grupo.

Segundo as investigações iniciais, as agressões teriam sido cometidas principalmente por duas adolescentes, que usaram paus e um facão para golpear a vítima. Há indícios de que cerca de dez pessoas estavam presentes durante o crime, que pode ter sido uma espécie de “tribunal do crime”, como são chamados os julgamentos realizados por facções criminosas para punir supostos delitos.

jovem é espancada dentro de cemitério no maranhão
jovem é espancada dentro de cemitério no maranhão

Uma adolescente foi vítima de uma violenta agressão dentro do Cemitério Jardim das Rosas, no bairro Vilinha, em Imperatriz, no sudoeste do Maranhão, na noite da última quinta-feira (16). De acordo com informações da Polícia Civil, a jovem foi atraída até o local por duas conhecidas e, ao chegar, foi cercada e espancada por um grupo.

Segundo as investigações iniciais, as agressões teriam sido cometidas principalmente por duas adolescentes, que usaram paus e um facão para golpear a vítima. Há indícios de que cerca de dez pessoas estavam presentes durante o crime, que pode ter sido uma espécie de “tribunal do crime”, como são chamados os julgamentos realizados por facções criminosas para punir supostos delitos.

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A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Municipal de Imperatriz, com suspeita de fratura e várias escoriações pelo corpo. Ela segue em recuperação e prestará depoimento assim que receber alta médica.

Imagens de câmeras de segurança próximas ao cemitério, ajudaram a polícia a identificar quatro homens e três adolescentes suspeitos de envolvimento na ação. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) conduz o inquérito e investiga a motivação exata do crime.

De acordo com a polícia, a principal hipótese é de que o grupo tenha agido em represália a um suposto furto de celular, cometido dias antes. Nenhum dos suspeitos foi preso até o momento.

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão informou que está reforçando o policiamento na região e que equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil estão realizando diligências para localizar os envolvidos.

 

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