Um episódio de violência chocou o esporte italiano neste fim de semana. Após a partida entre Real Sebastiani Rieti e Pistoia Basket 2000, válida pela Série A2 do campeonato italiano de basquete, o ônibus que transportava torcedores do Pistoia foi atacado por um grupo de torcedores rivais na saída da cidade de Rieti, região do Lácio. Durante o ataque, pedras e tijolos foram lançados contra o veículo, atingindo mortalmente o motorista reserva, que viajava junto com a delegação de torcedores.
Um episódio de violência chocou o esporte italiano neste fim de semana. Após a partida entre Real Sebastiani Rieti e Pistoia Basket 2000, válida pela Série A2 do campeonato italiano de basquete, o ônibus que transportava torcedores do Pistoia foi atacado por um grupo de torcedores rivais na saída da cidade de Rieti, região do Lácio. Durante o ataque, pedras e tijolos foram lançados contra o veículo, atingindo mortalmente o motorista reserva, que viajava junto com a delegação de torcedores.
De acordo com as autoridades locais, o incidente ocorreu na altura de Contigliano, na estrada que liga Rieti a Terni. O impacto de um tijolo que atravessou o para-brisa foi suficiente para causar a morte imediata do motorista. O ataque provocou pânico entre os passageiros, mas nenhum outro ferido grave foi registrado.
O clube Real Sebastiani Rieti divulgou comunicado lamentando a tragédia e repudiando “qualquer forma de violência que manche o nome do esporte”. O Pistoia Basket 2000 manifestou pesar e solidariedade à família da vítima, destacando que “o basquete deve ser um espaço de união e não de ódio”.
O ministro dos Esportes da Itália, Andrea Abodi, classificou o episódio como “repugnante” e questionou: “Como pode alguém morrer assim, voltando de um jogo de basquete?”. Ele afirmou que o governo acompanhará de perto as investigações e exigirá punições exemplares.
A Polícia de Rieti abriu inquérito para identificar os autores do ataque. Câmeras de segurança e relatos de testemunhas estão sendo analisados. Até o momento, não há confirmação de prisões, mas os investigadores tratam o caso como homicídio doloso.
