O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país lançou 153 toneladas de bombas na Faixa de Gaza no domingo (19), em retaliação à morte de dois soldados. O Hamas negou envolvimento e disse manter o cessar-fogo.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (20) que o país lançou 153 toneladas de bombas na Faixa de Gaza, no domingo (19), como retaliação à morte de dois soldados israelenses em Rafah.
“Lançamos 153 toneladas de bombas em diferentes partes da Faixa de Gaza, depois que dois de nossos soldados foram assassinados pelo Hamas”, afirmou Netanyahu no Knesset, o Parlamento israelense.
O exército de Israel afirmou que os soldados foram atingidos por um míssil antitanque lançado pelos extremistas, e classificaram o ataque como uma violação do acordo de cessar-fogo. Mesmo assim, a trégua foi retomada após o contra-ofensiva.
Em resposta às acusações, o Hamas negou qualquer envolvimento no bombardeio, e disse estar comprometido com o acordo de cessar-fogo vigente desde 10 de outubro. O grupo extremista ainda informou que 44 pessoas foram mortas no ataque à Gaza.
Refém devolvido a Israel
Mesmo durante o breve conflito, o Hamas devolveu o corpo de mais um refém que havia sido sequestrado em outubro de 2023. Autoridades israelenses confirmaram que o cadáver foi transferido para a Cruz Vermelha.
O caixão do refém falecido, escoltado por tropas das FDI, cruzou a fronteira para o Estado de Israel há pouco tempo e está a caminho do Instituto Nacional de Medicina Forense, onde serão realizados os procedimentos de identificação”, afirmaram as Forças de Defesa de Israel (IDF) e a Agência de Segurança de Israel (ISA).
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