A Justiça de Alagoas converteu em prisão preventiva a detenção do principal suspeito pela morte de Crislany da Silva, de 19 anos, e pelo desaparecimento da filha dela, Celine Raíssa, de apenas dois meses. A decisão foi confirmada na quarta-feira (22) pelo delegado João Marcos, titular do 20º Distrito Policial de Rio Largo, responsável pela investigação. A família relatou que Crislany vinha sofrendo ameaças do ex-companheiro, e que, nos últimos dias antes de desaparecer, parecia amedrontada e abatida. Com a confirmação da morte da jovem, o caso foi transferido para a Delegacia de Homicídios, que agora concentra esforços em encontrar a bebê Celine Raíssa e esclarecer todos os detalhes do crime que chocou Alagoas.
A Justiça de Alagoas converteu em prisão preventiva a detenção do principal suspeito pela morte de Crislany da Silva, de 19 anos, e pelo desaparecimento da filha dela, Celine Raíssa, de apenas dois meses. A decisão foi confirmada na quarta-feira (22) pelo delegado João Marcos, titular do 20º Distrito Policial de Rio Largo, responsável pela investigação.
O corpo de Crislany foi encontrado na última terça-feira (21) em uma área de mata no bairro Benedito Bentes, em Maceió, e identificado pela família. Segundo a Polícia Civil, o crime foi premeditado e contou com o uso de um carro de aplicativo para atrair a jovem até o local onde acabou assassinada.
Imagens de câmeras de segurança mostram Crislany entrando no veículo com o suspeito, um amigo da família que teria mantido um relacionamento com o companheiro da vítima. O trajeto entre Rio Largo e o ponto onde o corpo foi localizado durou cerca de 17 minutos.
Durante o interrogatório, o homem apresentou versões contraditórias sobre o desaparecimento da jovem e da bebê, o que levantou suspeitas e dificultou as buscas. “Ele tentou confundir as equipes com informações falsas e inconsistentes. As provas indicam que ele planejou o crime com antecedência”, afirmou o delegado João Marcos.
A principal linha de investigação aponta que o assassinato pode ter sido motivado por um triângulo amoroso, já que o pai da criança — ex-companheiro de Crislany — também teria se envolvido com o suspeito. O homem já foi ouvido pela polícia, mas não é tratado como suspeito até o momento.
No local onde o corpo da jovem foi encontrado, vestígios da bebê também foram identificados, e a avó materna reconheceu alguns dos pertences de Celine. A Polícia Científica realiza exames cadavéricos e análises de DNA para confirmar se a menina esteve na cena do crime ou se foi levada para outro local.
Crislany e a filha estavam desaparecidas desde 12 de outubro, quando familiares perderam contato com ambas. Desesperados com a falta de respostas, parentes e amigos chegaram a bloquear a BR-104 em protesto pela demora nas buscas.
A família relatou que Crislany vinha sofrendo ameaças do ex-companheiro, e que, nos últimos dias antes de desaparecer, parecia amedrontada e abatida. Com a confirmação da morte da jovem, o caso foi transferido para a Delegacia de Homicídios, que agora concentra esforços em encontrar a bebê Celine Raíssa e esclarecer todos os detalhes do crime que chocou Alagoas.
