As investigações apontam que Melissa Said, com mais de 300 mil seguidores em redes sociais, era identificada como articuladora do grupo criminoso. Conforme o relatório policial, ela orientava seguidores para consumo e transporte de entorpecentes, além de sugerir formas de evasão da fiscalização. O grupo teria atuado entre a Bahia e São Paulo, movimentando drogas e utilizando veículos e cartões de pagamento vinculados ao esquema.

A prisão da influenciadora ocorreu no bairro de Itapuã, nesta quinta-feira (23), onde ela estava em local de ocultação desde a emissão do mandado de prisão. Durante as buscas, foram apreendidos entorpecentes — entre eles maconha tipo “skank” e haxixe —, balanças de precisão, embalagens plásticas, celulares, cartões e veículos. Dois homens foram presos em Lauro de Freitas (BA) e outros dois no estado de São Paulo, conforme fontes da investigação.

Reprodução / redes sociais
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As investigações apontam que Melissa Said, com mais de 300 mil seguidores em redes sociais, era identificada como articuladora do grupo criminoso. Conforme o relatório policial, ela orientava seguidores para consumo e transporte de entorpecentes, além de sugerir formas de evasão da fiscalização. O grupo teria atuado entre a Bahia e São Paulo, movimentando drogas e utilizando veículos e cartões de pagamento vinculados ao esquema.

A prisão da influenciadora ocorreu no bairro de Itapuã, nesta quinta-feira (23), onde ela estava em local de ocultação desde a emissão do mandado de prisão. Durante as buscas, foram apreendidos entorpecentes — entre eles maconha tipo “skank” e haxixe —, balanças de precisão, embalagens plásticas, celulares, cartões e veículos. Dois homens foram presos em Lauro de Freitas (BA) e outros dois no estado de São Paulo, conforme fontes da investigação.

Melissa Said || Reprodução: Redes Sociais

Melissa Said || Reprodução: Redes Sociais

Após detida, Melissa foi encaminhada à sede do departamento especializado da polícia para interrogatório e formalização das medidas judiciais. Até o momento a defesa da influenciadora ainda não se manifestou formalmente.

O caso evidencia que perfis nas redes sociais, mesmo com forte apelo ao público jovem, podem ser utilizados como instrumentos de facilitação ou promoção de atividades ilícitas. A atuação de uma influenciadora com grande alcance viraliza a atenção das autoridades para modus operandi que envolvem marketing digital, “conteúdo promocional” e logística de drogas.

A investigação segue em curso, com diligências para identificar fornecedores, redes de contato e eventual lavagem de dinheiro em abastecimento da estrutura criminosa. A concreta responsabilização ocorrerá após produção de provas, audiência de custódia e, possivelmente, processo penal. Enquanto isso, aplica-se o princípio da presunção de inocência.

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