Casal acusado de tatuar o filho de um ano afirmou que o vídeo viral era uma encenação. Segundo eles, a “tatuagem” foi feita com caneta e o bebê chorava por estar cansado. “Não achei que as pessoas acreditariam”, disseram os pais em entrevista ao site Izvestia.

Pais de bebê revelaram que suposta tatuagem não passou de uma enganação (Foto: Reprodução)
Pais de bebê revelaram que suposta tatuagem não passou de uma enganação (Foto: Reprodução)

Os pais que supostamente teriam tatuado o filho, de apenas um ano, se pronunciaram pela primeira vez nesta sexta-feira (24), e revelaram a verdade sobre o ocorrido. O casal afirmou que o vídeo se tratava apenas de uma enganação.

Segundo eles, a imagem que mostra um tatuador escrevendo as palavras “Mellstroy Game” foi feita utilizando uma caneta, e que a criança chorava apenas por estar cansada.

“Não tatuamos a criança. Fingimos que fizemos. Não achei que as pessoas acreditariam, porque era uma criança de um ano, não de 18 ou 20” disse os familiares da criança, em entrevista ao site Izvestia.

Entenda o caso

Anteriormente, o casal havia inventado a história sobre a tatuagem na tentativa de vencer uma competição promovida por um criador de conteúdo de games, que prometia um apartamento como prêmio.

​A competição, organizada pelo gamer conhecido como Mellstroy, desafiava influenciadores a criarem os vídeos mais surpreendentes para a divulgação de um projeto envolvendo cassinos online. Para “chamar a atenção”, o casal optou por gravar o filho com uma tatuagem, que conteria a frase de divulgação exigida.

No vídeo, a mãe justificava o por quê teriam supostamente tatuado o filho. “Decidimos participar da competição. Não sabíamos como surpreender você, Mellstroy, então decidimos fazer uma tatuagem para o nosso filho de um ano. Moramos em um apartamento alugado há três anos e não temos dinheiro para comprar um apartamento. Estamos endividados até o pescoço. Adoraríamos ganhar esta competição”.

Depois da divulgação do conteúdo, que viralizou, a chefe da Liga da Internet Segura na Rússia, Ekaterina Mizulina, solicitou a abertura imediata de uma investigação criminal.

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