Um homem de 31 anos foi assassinado a facadas durante um suposto ritual de pacto por dinheiro em Tesouro (MT). Segundo a polícia, Rafael Domingos de Souza matou João Victor Nascimento Alves Moreira como parte de um sacrifício para a entidade “Exu Caveira”, com a ajuda de Rodrigo Junio Martins Prusch. A vítima foi atacada após ser atraída para a casa de um dos suspeitos e esfaqueada em uma encruzilhada. A versão inicial de que o crime ocorreu após uma tentativa de beijo foi descartada. O caso é investigado pela Polícia Civil de Guiratinga.

Homem é morto em ritual após pacto com entidade

Um homem de 31 anos foi assassinado a facadas durante um suposto ritual de pacto por dinheiro, na madrugada de quarta-feira (23), em Tesouro, a 369 km de Cuiabá. A vítima, identificada como João Victor Nascimento Alves Moreira, teria sido escolhida aleatoriamente para o sacrifício, segundo a investigação da Polícia Civil.

De acordo com as informações, o autor do crime, Rafael Domingos de Souza, confessou que havia saído de casa decidido a matar alguém para cumprir um pacto com uma entidade conhecida como “Exu Caveira”. Ele levava consigo uma vela que seria acesa durante o ritual.

Em um bar, Rafael conheceu Rodrigo Junio Martins Prusch, que acabou participando do crime e o ajudou a escolher a vítima. A dupla passou a noite bebendo com João Victor e, mais tarde, o atraiu até a casa de Rodrigo. Lá, a vítima recebeu o primeiro golpe de faca no pescoço.

O corpo foi arrastado até uma encruzilhada, onde João Victor foi esfaqueado diversas vezes. A Politec ainda vai confirmar o número exato de ferimentos. Mesmo ferido, ele teria tentado caminhar, mas caiu e morreu poucos metros depois.

Inicialmente, Rodrigo contou à polícia que o assassinato teria ocorrido após João Victor tentar beijá-lo, mas depois admitiu ter inventado a história para se proteger e tentar livrar o comparsa da culpa.

A polícia também investiga a suspeita de que a vítima estivesse com cerca de R$ 5 mil no dia do crime. Rodrigo nega e afirma que o homem tinha apenas R$ 180, valor que teria sido descartado.

O caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia Civil de Guiratinga, que apura a motivação e as circunstâncias do ritual.

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