Uma professora de estética de 62 anos, identificada como Jussara Luzia Fernandes, foi presa na sexta-feira (24) em Bebedouro, interior de São Paulo, após confessar ter matado o namorado, Alex Sandro da Silva Rocha, de 21 anos, e enterrado o corpo no quintal de sua residência, no bairro Eldorado. A mãe da vítima concedeu entrevista exclusiva ao portal Bacci Notícias, revelando detalhes do crime.
Uma professora de estética de 62 anos, identificada como Jussara Luzia Fernandes, foi presa na sexta-feira (24) em Bebedouro, interior de São Paulo, após confessar ter matado o namorado, Alex Sandro da Silva Rocha, de 21 anos, e enterrado o corpo no quintal de sua residência, no bairro Eldorado. A mãe da vítima concedeu entrevista exclusiva ao portal Bacci Notícias, revelando detalhes do crime.
Ivonete, mãe de Alex, revelou que Jussara teria afirmado anteriormente que matou o ex-marido e que não tinha medo da polícia, pois estaria “do lado dela”.
Suspeita sobre morte de ex-marido
O homicídio recente levantou suspeitas sobre o envolvimento da professora também na morte do ex-marido, ocorrida em janeiro. À época, o então companheiro de Jussara, cuja identidade não foi divulgada, foi encontrado morto dentro da piscina da mesma residência em que Alex Sandro foi enterrado, no bairro Eldorado, em Bebedouro.
O caso de janeiro foi registrado no 2º Distrito Policial como morte suspeita. O laudo necroscópico apontou afogamento como causa do óbito, segundo informações divulgadas inicialmente pelo G1 e confirmadas pelo UOL com uma fonte da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP). A reportagem tentou contato com o 2º DP sobre a nova investigação, mas o órgão não disponibilizou informações.
Jussara afirmou que não estava em casa quando o ex-marido morreu. Em entrevista ao G1, o delegado João Vitor Silvério, do 2º DP de Bebedouro, informou que a suspeita disse ter se deparado com o companheiro já morto na piscina ao chegar em casa. “Na ocasião, foi feito um boletim por morte suspeita e, ao que consta, esse laudo necroscópico indicou afogamento como causa da morte”, afirmou Silvério. Ele acrescentou: “Mas diante de tudo o que foi apurado com relação ao crime de ontem, esse caso anterior com certeza merece uma investigação mais aprofundada”.
