Uma mulher de 29 anos, identificada como Irene dos Reis Oliveira, foi encontrada morta, esquartejada e queimada no quintal de um vizinho em Calçoene, no interior do Amapá. O acusado confessou o crime e foi preso em flagrante neste sábado (25).

Mulher é encontrada morta, esquartejada e queimada em quintal (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Mulher é encontrada morta, esquartejada e queimada em quintal (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Uma mulher de 29 anos, identificada como Irene dos Reis Oliveira, foi encontrada morta, esquartejada e queimada no quintal de um vizinho em Calçoene, no interior do Amapá. O acusado confessou o crime e foi preso em flagrante neste sábado (25).

De acordo com a Polícia, a mulher, o suspeito e seus dois irmãos estavam bebendo juntos na noite da última sexta-feira (24). Após a confraternização, por volta das duas da manhã, Irene voltou para a casa mas durante a madrugada, o homem teria entrado na casa da vítima pelos fundo, em seguida tentou abusar sexualmente dela.

mulher é encontrada morta, esquartejada e queimada em quintal (Foto: Reprodução)

 

Local onde mulher foi encontrada morta, esquartejada e queimada (Foto: Reprodução)

Após a tentativa, o suspeito matou a jovem por sufocamento, arrastou o corpo para o quintal da própria casa, jogou dentro de uma fossa, colocou madeira por cima, ateou fogo e enterrou.

Por volta das 14h30, uma equipe da 3ª Companhia do 12º Batalhão da Polícia Militar foi acionada por um homem que relatou o desaparecimento da irmã e apontou um suspeito identificado como Marcelo Pinheiro. Ele afirmou acreditar que a vítima poderia estar enterrada no quintal do suspeito.

No local, os policiais abordaram o homem indicado, que acabou confessando o crime e levou a equipe até o ponto onde havia ocultado o corpo. Ele foi preso em flagrante. 

mulher é encontrada morta, esquartejada e queimada em quintal (Foto: Reprodução)

mulher é encontrada morta, esquartejada e queimada em quintal (Foto: Reprodução)

Irene deixa uma filha pequena, que estava na casa no momento do crime, e um marido, que estava trabalhando em outra cidade.

O crime gerou revolta na região e fez com que moradores da comunidade interditassem a ponte do distrito na manhã desta segunda-feira (27) durante um protesto por justiça pela morte de Irene e também cobraram da Polícia Técnico-Científica ou Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) a liberação do corpo, para que a família possa realizar o sepultamento.

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