O desaparecimento de Crislany e sua filha, de apenas dois meses, completou quinze dias e ganhou novos desdobramentos nesta terça-feira (28). O principal suspeito do crime, Jonathan, apontado como amante do marido da jovem, confessou à polícia ter matado a criança.
O desaparecimento de Crislanny e sua filha, de apenas dois meses, completou quinze dias e ganhou novos desdobramentos nesta terça-feira (28). O principal suspeito do crime, Jonathan, apontado como amante do marido da jovem, confessou à polícia ter matado Celine Raissa.
Durante as buscas, um corpo foi encontrado em uma área indicada pelo suspeito. No entanto, o exame inicial apontou que o DNA é incompatível com o de Crislanny, levantando mais dúvidas sobre o caso. Em entrevista ao portal Alo Você, a tia da jovem informou que um laudo complementar deve ser divulgado nesta quarta-feira (29), para confirmar se a vítima encontrada seria ou não a mulher.
Apesar da confissão referente à morte de Celine, o corpo da criança ainda não foi localizado até o momento. O caso segue em investigação e Jonathan segue preso.
Novas Suspeitas: O Depósito de R$ 70 Mil
Além da confissão, a investigação ganhou um novo desdobramento após a polícia localizar no celular de Jonathan uma transferência no valor de R$ 70 mil. A quantia chamou a atenção, já que o suspeito é assalariado e não teria justificativa financeira para movimentar esse valor.
A descoberta levantou suspeitas sobre um possível envolvimento com tráfico de pessoas, já que a família teme que tanto Crislanny quanto a bebê Celine Raíssa possam ter sido vendidas. Essa linha de investigação ainda não está descartada pela polícia.
Desespero da família
Enquanto isso, familiares vivem dias de angústia absoluta. Segundo relatos, todos estão “desestruturados” pelo desaparecimento e pela falta de respostas. Eles cobram que a polícia mantenha as buscas pela bebê e investigue com mais rigor as contradições no depoimento de Jonathan.
A tia de Crislanny afirmou que foi informada de que o caso seria encerrado, algo que gerou grande revolta, pois a criança não foi localizada e o corpo da jovem ainda não foi oficialmente identificado. A família questiona como o DNA deu incompatível com o de Crislanny, se o local foi apontado pelo próprio suspeito e se existe a possibilidade de haver mais vítimas envolvidas no crime.
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