Uma criança de 11 anos foi internada com traumatismo craniano após ser espancada por um grupo de jovens em Caldas Novas, que tinha rixa com o irmão da vítima. Um maior de 18 anos e três adolescentes foram presos e indiciados por tentativa de homicídio qualificado e associação criminosa.

Grupo de Jovens fogem após agredir criança || Reprodução: TV Anhanguera
Grupo de Jovens fogem após agredir criança || Reprodução: TV Anhanguera

Segundo a Polícia Civil de Goiás, um garoto de 11 anos foi internado com traumatismo craniano após ser brutalmente agredido por um grupo de jovens em Caldas Novas, no sul de Goiás. O delegado Alex Miller, que acompanha o caso, relatou que o verdadeiro alvo da agressão seria o irmão da vítima, um adolescente de 15 anos, com quem os agressores mantêm uma rixa.

Um vídeo da Polícia Militar flagrou o momento em que os envolvidos chegam à residência da vítima. A criança foi socorrida e transferida para uma unidade de saúde em Goiânia, onde permanecia internada.

O ataque

À Polícia Militar, um dos jovens envolvidos no ataque relatou que o irmão mais velho da vítima correu para dentro da casa ao avistar os suspeitos. Pouco depois, o garoto de 11 anos saiu no portão, momento em que foi espancado pelo grupo, segundo o relato dos militares. Após o garoto cair desacordado no chão, os agressores fugiram rapidamente do local.

De acordo com o delegado Alex Miller, um total de sete suspeitos foram localizados e levados à delegacia. Entre eles, seis são menores de idade e um completou 18 anos.

Tentativa de homicídio

Dos sete conduzidos, três foram liberados logo após a elaboração de um Boletim de Ocorrência Circunstanciado. A Polícia Civil esclareceu que estes jovens foram dispensados e entregues aos seus responsáveis por estarem no local, mas não terem participação direta na agressão.

O delegado, por sua vez, ratificou a prisão do maior de 18 anos e decretou a apreensão de três menores pelo crime de tentativa de homicídio qualificado pelo meio cruel e associação criminosa. “Os menores serão apresentados ao membro do Ministério Público“, concluiu Alex Miller.

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