Um suspeito identificado como “Mata Rindo”, apontado como integrante do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, está entre os mortos durante a megaoperação de segurança pública realizada nas zonas Norte e Oeste do estado.

Morto em megaoperação no Rio, ‘Mata Rindo’ ostentava armas nas redes sociais. Veja o vídeo

Um suspeito identificado como “Mata Rindo”, apontado como integrante do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, está entre os mortos durante a megaoperação de segurança pública realizada nas zonas Norte e Oeste do estado. Ele era natural do Maranhão e tinha atuação em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. Em última live publicada em sua rede social, o suspeito aparece fumando o que parece ser um cigarro de maconha.

Segundo a Defensoria Pública do Rio, a operação já contabiliza mais de 130 mortes, somando informações oficiais e relatos de moradores. A ação, que teve início na madrugada de terça-feira, é considerada a mais letal da história do estado e mobilizou forças policiais em diversas comunidades.

Suspeito exibia armas em vídeos

Com mais de 4 mil seguidores, Mata Rindo aparecia nas redes sociais com vídeos e imagens em que aparecia portando armamento de uso restrito. As publicações chamaram atenção de investigadores, que já apuravam a ligação do suspeito com ações armadas em territórios conflagrados.

Com a notícia da morte, usuários passaram a comentar no vídeo publicado anteriormente pelo próprio investigado. As reações variaram entre mensagens de exaltação e comentários celebrando o desfecho da operação.

Operação segue em andamento

A ação teve como objetivo enfraquecer a estrutura da facção na capital fluminense. Policiais civis e militares encontraram forte resistência e foram atacados com disparos e barricadas incendiadas.

O número total de mortos e feridos ainda está em atualização pelas autoridades. A Defensoria Pública acompanha o caso e afirma ter recebido denúncias de moradores sobre violações de direitos cometidas durante o confronto.

As forças de segurança informaram que seguirão nas comunidades até a conclusão das diligências previstas, incluindo cumprimento de mandados de prisão e apreensões.

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