Um dos criminosos mortos durante a megaoperação policial no Rio de Janeiro, que ocorre desde terça-feira (28), foi identificado como Éder Alves de Souza, de 37 anos, conhecido pelo apelido de “Disquete”. Ele era ligado à facção Comando Vermelho (CV) e tinha histórico de crimes em Goiás e no Distrito Federal.

Traficante do CV morto em megaoperação participou de grande assalto em hotel de luxo  (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Traficante do CV morto em megaoperação participou de grande assalto em hotel de luxo (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Um dos criminosos mortos durante a megaoperação policial no Rio de Janeiro, que ocorre desde terça-feira (28), foi identificado como Éder Alves de Souza, de 37 anos, conhecido pelo apelido de “Disquete”. Ele era ligado à facção Comando Vermelho (CV) e tinha histórico de crimes em Goiás e no Distrito Federal.

De acordo com informações do portal Metrópoles, Éder foi condenado em 2023 pela 2ª Vara Criminal de Caldas Novas a 14 anos, seis meses e 12 dias de prisão, em regime fechado, por assaltos cometidos em 2017.

Na ocasião, o criminoso roubou um carro usando uma arma de fogo. Durante a abordagem, ele agrediu o dono do veículo com chutes e ainda levou o celular da vítima.

Horas depois, Éder se juntou a dois comparsas e foi até um hotel em Caldas Novas, onde o grupo se apresentou como representante comercial de bebidas para conseguir acesso ao local. Assim que entraram, anunciaram o assalto e roubaram diversos pertences do estabelecimento.

Além de Éder, outros três foragidos da Justiça goiana também foram mortos no Rio de Janeiro durante a megaoperação. São eles: Adan Pablo Alves de Oliveira, Marcos Vinícius da Silva Lima e Rafael Resende Ferreira.

As mortes ocorreram em meio à Operação Contenção, considerada a maior ação policial da história do estado, que tem como objetivo enfraquecer o domínio do Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

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