Uma foto de Yago Ravel Rodrigues, conhecido como Ravel_CPXPH33, circulou nas redes sociais mostrando o jovem armado no alto do morro. Familiares, no entanto, negam envolvimento dele com o crime e afirmam que o rapaz trabalhava como mototaxista na região.
Yago, de 19 anos, foi encontrado decapitado após a megaoperação policial realizada na última terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro — considerada a mais letal da história do país, com 119 mortos, sendo 115 suspeitos e quatro policiais.
A cabeça, tingida de vermelho, foi achada separada do corpo em uma área de mata densa próxima à Penha. Em depoimento à AFP, a mãe do jovem, Raquel Tomas, acusou as forças de segurança pela execução do filho. O governador Cláudio Castro (PL) defendeu a ação, afirmando que as vítimas eram criminosos e classificando possíveis erros como “residuais”.
Vazou uma foto de Yago Ravel, também conhecido como Ravel_CPXPH33, ou Ravel do Complexo da Penha, com uma arma, no alto do morro. Yago Ravel Rodrigues, de 19 anos, morreu, decapitado na operação que aconteceu no Complexo do Alemão, na última terça (28).
Segundo a tia, ele não tinha envolvimento com o crime e seria mototaxista na área. “Degolaram meu filho, cortaram o pescoço dele e penduraram a cabeça numa árvore, como se fosse um troféu”, relatou à AFP Raquel Tomas, mãe de Iago Ravel, de 19 anos, responsabilizando as forças de segurança pela morte do jovem.

Ravel com arma na mão
A cabeça dele, com os cabelos tingidos de vermelho, foi encontrada completamente separada do corpo em uma área de mata fechada próxima ao Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Moradores localizaram o corpo quase um dia após a operação policial mais letal da história do país.
A megaoperação, realizada na terça-feira (28), deixou ao menos 119 mortos — 115 apontados como suspeitos e quatro policiais. A ação teve como alvo o Comando Vermelho, principal facção criminosa do Rio de Janeiro. O governador Cláudio Castro (PL) declarou que todos os mortos eram criminosos e classificou eventuais falhas como “residuais”.
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