Antes de ser morta na megaoperação do RJ (28/10), a ‘Japinha do CV’ (Penélope) era ativa no TikTok e postava vídeos e fotos sensuais, ganhando o apelido de “musa do crime”. A traficante, apontada como combatente de linha de frente, foi morta com um tiro de fuzil na cabeça após resistir à polícia na Operação Complexo Limpo, a mais letal da história do estado.

Vazam vídeos de Japinha do CV sensualizando no TikTok antes de morrer (Foto: Redes Sociais)
Vazam vídeos de Japinha do CV sensualizando no TikTok antes de morrer (Foto: Redes Sociais)

Apontada como uma figura de confiança das lideranças do Comando Vermelho, Penélope, a famosa “Japinha do CV”, era bastante ativa nas redes sociais e postava bastante conteúdo no TikTok, onde tinha quase 9 mil seguidores e mais de 36 mil curtidas.

Dentre as dezenas de postagens e vídeos de dancinha, duas sequências de fotos de Japinha do CV, ainda bastante nova, chamaram a atenção. A primeira postagem foi em novembro de 2022 e a segunda em março de 2023.

Isso porque, nas duas sequências (assista abaixo), Penélope aparece sensualizando nas fotos, em poses provocadoras, o que lhe rendeu a alcunha de “musa do crime”.

Morte de ‘Japinha do CV’

Nesta terça-feira (28), durante a Operação Complexo Limpo, que mobilizou 2,5 mil agentes das polícias Civil e Militar, Japinha foi morta com um tiro de fuzil na cabeça após resistir à abordagem e abrir fogo contra os policiais.

No momento do confronto, ela usava roupa camuflada, colete tático e carregadores extras, o que reforça seu papel ativo nas ações armadas da facção. A Polícia aponta Japinha como uma das principais combatentes na linha de frente do CV na operação.

Seu corpo foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade, em uma área de mata usada como rota de fuga.

A operação que resultou em sua morte é considerada a mais letal da história do estado, com mais de 100 mortos (132 mortes segundo o Ministério Público e 121 segundo o governo do Rio). A ação, que tinha como objetivo enfraquecer a cúpula do tráfico, também levantou críticas de entidades de direitos humanos por causa da alta letalidade e das denúncias de execuções e abusos.

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