O Comando Vermelho divulgou uma nota de pesar nesta quarta-feira (29) lamentando a morte de 11 traficantes amazonenses durante uma operação policial no estado do Rio de Janeiro. Os nomes citados no comunicado — conhecidos pelos apelidos Cabeça, Gringo, Soldado, Alê, Macaco, Dimas, Lukinhas, Ademar, Neném, Jamantinha e Da Bahia — pertenciam a criminosos que, segundo investigações, estavam foragidos do Amazonas e haviam se refugiado nos complexos da Penha e do Alemão.
O Comando Vermelho divulgou uma nota de pesar nesta quarta-feira (29) lamentando a morte de 11 traficantes amazonenses durante uma operação policial no estado do Rio de Janeiro. Os nomes citados no comunicado — conhecidos pelos apelidos Cabeça, Gringo, Soldado, Alê, Macaco, Dimas, Lukinhas, Ademar, Neném, Jamantinha e Da Bahia — pertenciam a criminosos que, segundo investigações, estavam foragidos do Amazonas e haviam se refugiado nos complexos da Penha e do Alemão.
Após a divulgação da nota, autoridades de segurança do Amazonas entraram em estado de alerta diante da possibilidade de represálias. Em Manaus, o clima de tensão se intensificou principalmente na Zona Oeste, no bairro da Compensa, onde ocorreram confrontos entre policiais e suspeitos ligados à facção. O helicóptero do Departamento Integrado de Operações Aéreas (DIOA) chegou a sobrevoar a região em apoio às equipes terrestres.
De acordo com informações apuradas, membros do grupo teriam promovido protestos e soltado fogos em homenagem aos mortos, enquanto a polícia reforçou o patrulhamento e prendeu alguns envolvidos. A morte dos 11 integrantes é vista como um golpe significativo para a estrutura do Comando Vermelho, que mantém conexões entre o crime organizado do Amazonas e do Rio de Janeiro. A operação expôs novamente o alcance nacional das facções e o desafio das forças de segurança em conter sua expansão.
