Imagens de satélite europeias mostram navios de guerra dos EUA se deslocando em direção à Venezuela. Entre as embarcações estão o USS Iwo Jima e o destróier USS Gravely. O Pentágono afirma que a mobilização, que inclui o porta-aviões USS Gerald R. Ford e 4 mil fuzileiros, visa combater o narcotráfico. A tensão entre Washington e Caracas aumenta após ataques americanos a supostos barcos de tráfico.

Imagens de satélite do programa Copernicus Sentinel-2, da União Europeia, mostram navios da Marinha dos EUA se deslocando em direção à Venezuela. Divulgação
Imagens de satélite do programa Copernicus Sentinel-2, da União Europeia, mostram navios da Marinha dos EUA se deslocando em direção à Venezuela. Divulgação

Imagens de satélite do programa Copernicus Sentinel-2, da União Europeia, mostram navios da Marinha dos EUA se deslocando em direção à Venezuela. Especialistas identificaram o navio anfíbio USS Iwo Jima a cerca de 190 km de La Orchila, e o destróier USS Gravely manobrando no leste do Caribe, a cerca de 320 km do território continental venezuelano.

Na sexta-feira (31), o presidente Donald Trump negou que estivesse considerando autorizar ataques dentro da Venezuela, após o Wall Street Journal divulgar que Washington teria mapeado alvos militares no país ligados ao contrabando de drogas.

Desde setembro, bombardeios dos EUA contra supostos barcos de narcotráfico no Caribe e no Pacífico mataram dezenas de pessoas e elevaram a tensão com Caracas.

O Pentágono mobilizou diversos navios para o Caribe sob o argumento do combate ao narcotráfico, incluindo o porta-aviões USS Gerald R. Ford, os anfíbios USS Iwo Jima, USS Fort Lauderdale e USS San Antonio, além de cerca de 4 mil fuzileiros. Também integram a força-tarefa destróieres da classe Arleigh Burke, como o USS Gravely e o USS Jason Dunham, equipados com mísseis guiados Tomahawk.

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