Beatriz Munhos, de 20 anos, foi baleada na cabeça durante um assalto em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, na noite de sábado (1º). Ela, o pai e o namorado haviam ido entregar um drone vendido pela internet quando foram abordados por dois criminosos em uma moto. Beatriz tentou se defender com gás de pimenta, mas foi atingida à queima-roupa. Os assaltantes fugiram levando um celular. O caso foi registrado como latrocínio, e o pai da vítima fez um apelo por justiça nas redes sociais.

Jovem morre após ser baleada na cabeça durante entrega de produto vendido pela internet
Jovem morre após ser baleada na cabeça durante entrega de produto vendido pela internet

Uma jovem de 20 anos, identificada como Beatriz Munhos, foi baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto na noite de sábado (1º) em Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Ela estava acompanhada do pai e do namorado para entregar um drone vendido pela internet quando foi atacada por dois criminosos em uma motocicleta.

De acordo com o relato do namorado à Polícia Civil, o trio havia saído de Sorocaba, no interior do estado, para fazer a entrega ao suposto comprador. Enquanto esperavam no local combinado, dois homens armados chegaram em uma moto e anunciaram o assalto.

Durante a abordagem, Beatriz tentou reagir usando gás de pimenta contra um dos bandidos. O criminoso revidou e atirou à queima-roupa, atingindo a cabeça da jovem. Uma câmera de segurança registrou toda a ação.

Após o disparo, o namorado ainda tentou impedir a fuga dos suspeitos segurando a bolsa térmica de entregador que um deles carregava, mas o bandido conseguiu escapar com o comparsa. Eles levaram apenas um celular e abandonaram o acessório falso usado para disfarçar o crime.

Beatriz chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte) no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela), que investiga o caso.

Nas redes sociais, o pai da vítima, Lucas Munhos, publicou um vídeo emocionado lamentando a perda da filha e cobrando justiça.

“A gente entregou tudo, mas, mesmo assim, eles deram um tiro na cabeça dela. Isso não pode acontecer com outros pais. Eu imploro pro governo acabar com isso, pelo amor de Deus”, disse o pai, chorando.

Beatriz era descrita por amigos e familiares como uma jovem alegre e prestativa. O crime, que comoveu moradores de Sorocaba e São Paulo, reacendeu o debate sobre a falta de segurança em negociações online e o aumento dos casos de latrocínio no estado.

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