Fernando Henrique dos Santos, o “Periquito” ou “Fernandinho”, líder do Comando Vermelho em Goiás, foi morto durante a megaoperação no Rio de Janeiro. Considerado de alta periculosidade, ele tinha mandado de prisão expedido pela Justiça goiana e era apontado como articulador entre o tráfico do Centro-Oeste e o Rio. Sua morte representa um duro golpe na atuação da facção em Goiás, segundo a polícia.
Um dos mortos durante a megaoperação no Rio de Janeiro foi identificado como Fernando Henrique dos Santos, conhecido pelos apelidos “Periquito” e “Fernandinho”, apontado como líder do Comando Vermelho (CV) no estado de Goiás. Segundo as investigações, ele figurava como chefe da facção naquela região e era considerado de alta periculosidade pelas autoridades locais.
Fernando Henrique foi mencionado no Relatório de Ocorrência 006-00056/2022, que tratava do cumprimento de medidas processuais oriundas de Goiás. Contra ele havia um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça de Goiás, de número 0325335-23.2016.8.09.0175.01.0004-10, referente ao cumprimento de pena por crimes ligados à liderança de facção e ao tráfico interestadual de drogas.
De acordo com a Polícia Federal, Periquito vinha sendo monitorado há meses e havia se deslocado para o Rio de Janeiro para fortalecer a conexão entre a facção goiana e o núcleo principal do Comando Vermelho. Ele estava escondido em uma das comunidades dominadas pelo grupo e resistiu à prisão durante o confronto que resultou em sua morte.
A operação, considerada a mais letal da história do Rio, mobilizou mais de mil agentes das forças de segurança estaduais e federais. A ação teve como objetivo desarticular núcleos de liderança do CV e apreender armamentos de uso restrito das forças armadas.
A morte de Fernando Henrique representa, segundo investigadores, um golpe significativo na estrutura da facção em Goiás, onde ele mantinha forte influência sobre o tráfico local e a distribuição de armas e drogas para o Centro-Oeste.
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