O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), relator do PL 1.283/2025, usou as redes sociais para cobrar prioridade na votação da proposta que classifica o Comando Vermelho (CV) e o PCC como “organizações terroristas”. Ele solicitou ao presidente da CCJ, Paulo Azi, que paute o projeto nesta semana, argumentando que as facções não podem ser tratadas como “grupos comuns” devido ao seu poder de aterrorizar e desafiar o Estado.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), relator do Projeto de Lei (PL) que passaria a tratar o Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro, e o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, como organizações terroristas, usou as redes sociais nesta segunda-feira (3) para cobrar que a proposta seja tratada como prioridade.
“Facções no Brasil que dominam territórios, impõem regras próprias, matam, aterrorizam inocentes e desafiam o Estado não podem ser tratadas como ‘grupos comuns’. Sou relator do PL 1.283/2025 na CCJ e deixo claro: quem atua como terrorista, será tratado como terrorista”, disse o deputado em suas redes sociais.
Pedido de prioridade na CCJ
Antes de ser votada em sessão plenária, o PL precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que seja confirmada a legitimidade do projeto. O pedido de prioridade, inclusive, já foi enviado por Nikolas ao presidente da CCJ, Paulo Azi (União-BA).
“Esse projeto atualiza a Lei Antiterrorismo e enquadra facções criminosas e milícias que espalham medo, controlam comunidades como ‘Estados paralelos’ e atacam a nossa gente. É uma resposta à altura do clamor do povo brasileiro contra o crime e a favor da lei e da ordem. É por isso que solicitei ao presidente da CCJ, deputado Paulo Azi, que paute este PL ainda esta semana. O Brasil não pode esperar mais”, completou.
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