A força-tarefa da Polícia Civil de São Paulo anunciou na noite deste fim de semana a prisão do décimo suspeito de envolvimento na execução do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, assassinado em 15 de setembro de 2025 em Praia Grande, no litoral paulista.
Segundo a corporação, o preso é apontado como integrante de facção criminosa que teria fornecido suporte logístico para a emboscada, integrando a cadeia de quem acompanhou a vítima e coordenou o momento do ataque. O nome não foi divulgado, porém, é conhecido como vulgo ‘fiel’.
A força-tarefa da Polícia Civil de São Paulo anunciou na noite deste fim de semana a prisão do décimo suspeito de envolvimento na execução do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, assassinado em 15 de setembro de 2025 em Praia Grande, no litoral paulista.
Segundo a corporação, o preso é apontado como integrante de facção criminosa que teria fornecido suporte logístico para a emboscada, integrando a cadeia de quem acompanhou a vítima e coordenou o momento do ataque. O nome não foi divulgado, porém, é conhecido como vulgo ‘fiel’.

suspeito tem envolvimento na morte do delegado ruy ferraz
Ferraz Fontes, que exerceu o cargo de delegado-geral na PC SP entre 2019 e 2022, era conhecido pelo forte enfrentamento ao crime organizado e em especial à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).No dia 15 de setembro, ao sair da Prefeitura de Praia Grande, a vítima foi perseguida por uma caminhonete que colidiu com seu veículo antes de ele ser executado a tiros. O crime mobilizou ampla investigação da PC-SP, dado o nível do alvo e as circunstâncias que sugerem ação orquestrada de organização criminosa.
A prisão do 10.º suspeito:
De acordo com fontes da investigação, o décimo detido — tem 36 anos, apelidado “Fiel” ou “Penélope” — era responsável pela vigilância da vítima, acompanhando seus deslocamentos e repassando informações aos executores.
Ele teria sido localizado em prisão domiciliar ou foragido com uso de documentos falsos, e agora está à disposição da Justiça para responder por homicídio qualificado e organização criminosa.
Até o momento, nove outros indivíduos foram presos, entre eles donos de imóveis usados como bases da execução, motoristas e vigilantes de apoio.
A investigação aponta que há ao menos dois mandantes e outros cúmplices ainda foragidos. A polícia busca traçar a cadeia de comando que determinou o crime, bem como os recursos e logística envolvidos.

Foto: reprodução/rede social
