Uma tragédia chocou os moradores de Paranaguá, no litoral do Paraná, na madrugada desta segunda-feira (4). Uma mulher grávida de sete meses, identificada como Jéssica Rodrigues da Costa, de 31 anos, foi brutalmente assassinada pelo companheiro, Juliano do Rosário Cerqueira, de 27 anos. O crime aconteceu na frente dos filhos da vítima, em uma cena de extrema crueldade e violência.
Uma tragédia chocou os moradores de Paranaguá, no litoral do Paraná, na madrugada desta segunda-feira (4). Uma mulher grávida de sete meses, identificada como Jéssica Rodrigues da Costa, de 31 anos, foi brutalmente assassinada pelo companheiro, Juliano do Rosário Cerqueira, de 27 anos. O crime aconteceu na frente dos filhos da vítima, em uma cena de extrema crueldade e violência.
De acordo com informações da Polícia Militar, o homem teria chutado diversas vezes a barriga de Jéssica, mesmo sabendo da gestação, e desferido vários golpes de faca contra ela. Testemunhas relataram que Juliano impediu que qualquer pessoa se aproximasse para tentar socorrer a vítima.
O crime ocorreu por volta de 1h30 da madrugada, no bairro Parque Agari. Após o ataque, o suspeito fugiu, mas foi preso horas depois em uma região próxima, ainda com marcas de sangue nas roupas. A arma usada no assassinato, uma faca de cozinha, foi apreendida pelos investigadores.
A mãe da vítima relatou que Jéssica havia comentado anteriormente que sofria ameaças constantes e agressões físicas do companheiro, mas que ainda acreditava que ele mudaria de comportamento. Segundo ela, o suspeito chegou em casa alcoolizado e violento, iniciando uma discussão que terminou em tragédia.
Feminicídio e infanticídio
O caso foi registrado como homicídio qualificado, com agravantes de motivo torpe e feminicídio, por ter sido cometido contra uma mulher em situação de vulnerabilidade. Além disso, a morte do bebê também será investigada como infanticídio, uma vez que a gestação estava em estágio avançado.
O corpo de Jéssica foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Paranaguá. Os familiares estão inconsoláveis e pedem justiça.
O delegado responsável pelo caso, Rodrigo Schneider, afirmou que Juliano será indiciado e pode pegar pena superior a 30 anos de prisão. “Trata-se de um crime bárbaro, cometido com extrema covardia. A vítima estava grávida e sem qualquer possibilidade de defesa”, declarou.
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