Um casal levou um bebê decapitado dentro de uma mochila ao Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá, na noite do último domingo (2). O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura se a morte do feto ocorreu em decorrência de um aborto ou de um óbito intrauterino.
Um casal levou um bebê decapitado dentro de uma mochila ao Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá, na noite do último domingo (2). O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura se a morte do feto ocorreu em decorrência de um aborto ou de um óbito intrauterino.
De acordo com informações preliminares do Instituto Médico Legal (IML), a principal hipótese é a de que o bebê já estava morto há vários dias no útero da mãe, sem indícios de aborto provocado.
À polícia, a mulher relatou que não sabia que estava grávida e descreveu um parto traumático e inesperado.
Segundo o boletim de ocorrência, o parto teria começado de forma repentina, com a saída das pernas e do corpo do feto. A mãe afirmou que percebeu fraturas nos membros inferiores e superiores e, em seguida, a cabeça se desprendeu do corpo, o que a deixou em estado de choque.
Sem compreender o que havia acontecido, ela e o companheiro colocaram o corpo do bebê em uma mochila e seguiram para o hospital cerca de quatro horas após o ocorrido. Ao perceber a gravidade da situação, a equipe médica acionou imediatamente a polícia.
De acordo com a Polícia Civil, os primeiros laudos do IML reforçam a tese de óbito intrauterino, descartando até o momento a hipótese de aborto provocado, por não haver indícios de intervenção externa.
As investigações continuam sob responsabilidade da DHPP de Cuiabá, que aguarda os exames complementares para confirmar a causa da morte.
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