Um diácono evangélico (34) foi preso em Massagueira, Alagoas, acusado de estupro de vulnerável contra a enteada e uma amiga, ambas adolescentes de 14 e 15 anos. Segundo a delegada Liana Franca, o suspeito usava sua posição de confiança na igreja para se aproximar das vítimas e cometer os abusos de forma constante. O caso veio à tona após as mães das adolescentes denunciarem o crime à Polícia Civil. A Justiça decretou a prisão preventiva do homem com base nas provas do inquérito. A delegada apelou ao público para que outras possíveis vítimas denunciem o agressor.

Diácono é preso suspeito de estuprar enteada e amiga em igreja evangélica

Um caso de grande repercussão e comoção chocou a comunidade de Massagueira, em Marechal Deodoro, no litoral sul de Alagoas. Um diácono de uma igreja evangélica, de 34 anos, foi preso pela Polícia Civil sob a gravíssima acusação de estupro de vulnerável. O homem é suspeito de ter abusado sexualmente da própria enteada e de uma amiga dela, adolescentes de 14 e 15 anos de idade.

A prisão ocorreu após a instauração de um inquérito policial. Em entrevista à TV Pajuçara, a delegada Liana Franca, responsável pelo caso, detalhou a forma como o suspeito agia, utilizando sua posição de confiança dentro da igreja para se aproximar das vítimas.

“Nós obtivemos essa informação de que esse abuso era constante,” afirmou a delegada. “Ele se valia da [posição na] igreja, entendeu? Se fez de amigo.”

A investigação aponta que o diácono explorava a fragilidade e a confiança das adolescentes para cometer os crimes de forma reiterada. O abuso não teria ocorrido isoladamente, mas de forma constante, transformando a posição de liderança religiosa em uma ferramenta para a prática criminosa.

O caso veio à tona após as famílias das adolescentes tomarem conhecimento dos fatos. As mães compareceram imediatamente à delegacia para registrar o boletim de ocorrência. Com base nas provas colhidas no inquérito, a Justiça acatou o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão preventiva do diácono, que foi imediatamente cumprida.

A delegada Liana Franca fez um apelo público para que qualquer outra pessoa que possa ter sido vítima do indivíduo procure as autoridades. “Se outras vítimas passaram por isso, então que cheguem a nós, façam uma denúncia,” solicitou. A delegada garantiu que toda denúncia será considerada e as informações serão anexadas aos autos para a instauração de um novo inquérito, se necessário.

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