Laudo médico confirmou que o menino Paulo Guilherme, de 6 anos, morreu por asfixia mecânica e fratura na coluna cervical. O corpo foi encontrado dentro de uma mala deixada na porta do Cemitério São Jorge, em Belém, um dia após o desaparecimento. A polícia investiga se o garoto foi atraído por alguém de confiança. O principal suspeito, George Hamilton dos Santos Gonçalves, foi linchado e morto por populares na mesma noite.
Uma semana após o assassinato do menino Paulo Guilherme, de 6 anos, a família recebeu o laudo médico que confirmou as causas da morte. O documento, encaminhado aos parentes quatro dias após o crime, apontou asfixia mecânica e fratura na coluna cervical como os fatores que levaram ao óbito.
De acordo com familiares, momentos antes de ser morto, Paulo ainda chamou um amigo para jogar bola. Esse foi o último contato que vizinhos tiveram com o garoto. Ele saiu de casa por volta das 21h30 do domingo, 26 de outubro, dizendo que iria buscar um brinquedo do outro lado do muro.
O menino retornou sem o brinquedo, voltou a brincar na rua com um colega e tentou chamá-lo novamente, mas não conseguiu, pois já era tarde.
A Divisão de Homicídios segue investigando o caso e, nesta semana, ouviu novos depoimentos de familiares. Uma luva de boxe encontrada junto ao corpo está sendo analisada pela polícia e pode ter sido usada para atrair a criança.
A principal linha de investigação indica que Paulo Guilherme foi atraído por alguém de confiança.
O menino desapareceu na noite de 26 de outubro, no bairro da Marambaia, e foi encontrado morto no dia seguinte, dentro de uma mala deixada na porta do Cemitério São Jorge, em Belém.
Na mesma noite, o principal suspeito do crime, George Hamilton dos Santos Gonçalves, foi linchado e morto por populares. O caso também é investigado pela polícia.
