Um professor foi flagrado agredindo um aluno de 11 anos dentro da sala de aula da Escola Municipal Militarizada Professora Zelsani, em Quirinópolis (GO). O caso ocorreu no dia 29 de outubro e ganhou repercussão após a divulgação de imagens das câmeras de segurança que mostram o educador desferindo ao menos dez tapas na criança.

Imagens mostram professor dando tapas em aluno dentro de sala de aula em escola militarizada de Quirinópolis (GO). Foto: Divulgação.
Imagens mostram professor dando tapas em aluno dentro de sala de aula em escola militarizada de Quirinópolis (GO). Foto: Divulgação.

Um professor foi flagrado agredindo um aluno de 11 anos dentro da sala de aula da Escola Municipal Militarizada Professora Zelsani, em Quirinópolis (GO). O caso ocorreu no dia 29 de outubro e ganhou repercussão após a divulgação de imagens das câmeras de segurança que mostram o educador desferindo ao menos dez tapas na criança.

Nas imagens, o professor aparece tropeçando em uma mochila no chão e, logo depois, se aproxima da mesa do estudante, batendo com força e iniciando as agressões. O aluno tenta se proteger com os braços antes de se afastar. Uma funcionária que estava na sala tenta conter o agressor.

Em nota, a direção da escola informou que todas as medidas administrativas foram tomadas e que o Conselho Tutelar e as autoridades competentes foram acionados. A Prefeitura de Quirinópolis confirmou o afastamento preventivo do professor, que está em estágio probatório.

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura afirmou ainda repudiar qualquer forma de violência no ambiente escolar e garantiu que um processo administrativo foi aberto para investigar o caso. A Polícia Civil também apura os fatos.

Nota completa da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Quirinópolis:

“A Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Quirinópolis informa que, diante do ocorrido na manhã da última quarta-feira (29), envolvendo um professor e um aluno de uma escola Militarizada da rede municipal de ensino, de imediato foram adotadas todas as medidas administrativas cabíveis.

O profissional, que se encontra em estágio probatório, foi afastado preventivamente de suas funções.

O Conselho Tutelar e as autoridades competentes foram acionados pela unidade escolar e um processo administrativo interno foi aberto a fim de ser instaurado. A Polícia Civil também segue apurando os fatos.

A Secretaria de Educação e a Administração Municipal reafirmam que repudiam qualquer forma de violência ou desrespeito no ambiente escolar ou em qualquer outro órgão público e reforçam seu compromisso com a promoção de um ambiente educacional construtivo e seguro para nossos alunos.”

 

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