Uma visita à casa nova da tia terminou em tragédia para Nara Kércia, de 20 anos. A jovem foi assassinada a tiros no Bairro Maranhão, em Itapipoca, no interior do Ceará, enquanto procurava o endereço da familiar.
Uma visita à casa nova da tia terminou em tragédia para Nara Kércia, de 20 anos. A jovem foi assassinada a tiros no Bairro Maranhão, em Itapipoca, no interior do Ceará, enquanto procurava o endereço da familiar. O namorado, que a acompanhava na motocicleta, também foi baleado, mas sobreviveu. O crime aconteceu em 17 de outubro e foi registrado por uma câmera de segurança.
Na quarta-feira (05), Francisco Alisson Sousa dos Santos, de 24 anos, foi preso e confessou ter efetuado os disparos. Segundo a polícia, ele afirmou ter confundido o casal com membros de uma facção rival.
Quem era a vítima
Nara Kércia cursava profissionalização na área de beleza e era descrita pela família como uma jovem próxima aos parentes e dedicada aos estudos. No momento do crime, ela voltava a visitar uma tia que havia se mudado recentemente para o bairro em que aconteceu o ataque.
Como aconteceu o ataque
De acordo com as imagens de segurança, Nara e o namorado circulavam de moto pela rua em busca do endereço da tia quando foram surpreendidos pelos disparos. A jovem foi atingida no peito e morreu ainda no local. O namorado dela levou três tiros, foi socorrido e conseguiu sobreviver.
Prisão e confissão do suspeito
Após o crime, o atirador fugiu. As imagens do circuito de segurança auxiliaram na identificação de Francisco Alisson Sousa dos Santos. Ele foi localizado e preso pela Polícia Civil na quarta-feira (05), em Itapipoca. Durante a ação, foram apreendidos armas, drogas e materiais usados no tráfico.
Ao ser abordado, o suspeito confessou ter atirado no casal. Aos policiais, relatou que acreditou que Nara e o namorado faziam parte de uma facção criminosa, já que estariam circulando várias vezes pela mesma rua de moto.
Por que o casal foi confundido com criminosos
A Polícia Civil informou que o suspeito teria interpretado as voltas que o casal fazia pela rua como um ato de vigilância. A movimentação levantou desconfiança e motivou o ataque. As investigações seguem para apurar se há participação de outras pessoas.
