Um policial militar, que foi preso preventivamente por estupro, oferecia pods para se aproximar de suas vítimas.
Um policial militar de São Paulo e ex-professor de uma escolinha de futebol, em Formosa (GO), foi preso novamente, na tarde desta sexta-feira (7), acusado de estupro de vulnerável, dentre outros crimes. A Polícia Civil de Goiás foi a responsável pela prisão e contou com o apoio da Polícia Militar de São Paulo, ao longo do mandado judicial.
Segundo investigações, o suspeito utilizava de seu “poder” como técnico da escolinha para criar grupos no Whatsapp com seus alunos crianças e adolescentes, onde compartilhava fotos e mensagens com teor sexual. Tal comportamento resultou em sua demissão.
Mesmo após ser demitido, o investigado seguia mantendo contato com um adolescente de 12 anos, trocando mensagens. De acordo com a polícia, o homem ofertava cigarros eletrônicos, conhecidos como “pods”, para conseguir se aproximar da sua vítima.
De início, o policial militar foi preso preventivamente, enquanto seus aparelhos telefônicos foram apreendidos por uma unidade militar em Ribeirão preto (SP). Passados dois meses, sua prisão foi revogada, passando a responder em liberdade, com medidas cautelares.
Preso novamente
Com o maior acúmulo de provas, a Justiça determinou novamente sua prisão preventiva, que foi cumprida em uma unidade militar na capital paulista.
O suspeito foi conduzido a um presídio militar, em São Paulo, onde fica à disposição do Poder Judiciário.
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