Virginia Fonseca, futura rainha de bateria da Grande Rio (Carnaval 2026), demonstrou nos stories que já decorou o samba-enredo “A Nação do Mangue”. O enredo é uma homenagem ao movimento Manguebeat de Recife. A influenciadora também confirmou sua presença no ensaio da escola nesta terça-feira (12) na quadra em Duque de Caxias.
Sucessora de Paolla Oliveira, Virginia Fonseca será a rainha de bateria do Acadêmicos do Grande Rio no Carnaval do Rio de Janeiro de 2026. Por isso, mesmo faltando três meses, a influenciadora mostrou que já decorou o samba-enredo da escola.
“Quando toca o xequerê. É casa de gueto! Casa de gueto! […] Eu também sou caranguejo à beira do igarapé”, cantou Virginia.
O samba enredo “A Nação do Mangue” é uma composição de: Ailson Picanço, Marquinho Paloma, Davison Wendel, Xande Pieroni e Marcelo Moraes. O desfile irá homenagear o movimento Manguebeat, que brotou das margens de Recife nos anos 1990.
Virginia também aproveitou para confirmar sua presença no ensaio desta terça-feira (12), na quadra da escola em Duque de Caxias. “Alô, alô, @granderio, amanhã tem ensaio na quadra, hein! Comunidade de Caxias, conto com vocês lá para a gente se jogar no samba”, postou Virginia.
Veja o samba-enredo completo da G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio:
Lá vem caboclo, herdeiro de Zumbi A nação está aqui Não se curva ao poder Escute, nossa gente vem da lama Resistência que inflama Quando toca o xequerê É casa de gueto! Casa de gueto! Nossa voz que não se cala Batuque sem medo por direito, é o toque das alfaias Eu também sou caranguejo à beira do igarapé Gabiru trabalha cedo, cata o lixo da maré
Manamauê maracatu Saluba ê Nanã, Yabá! A vida parecida com as águas Não é doce como o rio Nem salgada feito o mar
A margem já subiu para cidade Entre tronco e cipó, rebeldia dá um nó Pensamento popular Freire, ensine um país analfabeto Que não entendeu o manifesto Da consciência social Chico, Manguebeat tá na rua Caxias comprou a luta E transforma em carnaval!
Respeite os tambores do meu Ilê Respeite a cadência do meu ganzá À frente, o estandarte do meu povo Pra erguer um tempo novo que nos faz acreditar!
Eu sou do mangue, filho da periferia Sobre uma palafita, Grande Rio anunciou Ponta de lança e Daruê
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