Evandro Santo, o humorista conhecido por Christian Pior, revelou em suas redes sociais estar em celibato há quatro meses, após se converter e se afastar do uso de drogas. Ele classificou a abstinência sexual como um “novo rehab“, uma decisão que visa o aprimoramento espiritual e o maior respeito próprio, longe do que chamou de “sexo químico“. O hunorista afirmou que o celibato silencia uma “necessidade primitiva” e que, agora, sua prioridade é a essência: “Quando eu for transar, vai ser com a minha alma”.
O humorista Evandro Santo, conhecido pelo personagem Christian Pior, do extinto programa ‘Pânico na TV‘ e ‘Pânico na TV‘, compartilhou em suas redes sociais detalhes de sua nova fase pessoal.
Evandro revelou estar em celibato, abstinência sexual iniciada há quatro meses, uma decisão que acompanha sua conversão à fé evangélica e o processo de afastamento do uso de drogas. Para ele, a medida visa aprimorar o cuidado espiritual e mental. Ele afirma que o celibato é uma nova forma de reabilitação, focada no bem-estar integral.
O humorista explicou que a escolha não se resume a uma questão religiosa, mas sim a uma busca por maior respeito próprio em meio a uma cultura de relacionamentos superficiais.
“O celibato é o novo rehab (reabilitação). Cuidar de si mesmo, espiritualmente, mentalmente e corporalmente, virou prioridade para muita gente que cansou do ‘sexo barato’ e do ‘sexo químico’ de uma geração que desaprendeu a se relacionar”, escreveu ele em seu desabafo.
Evandro estabeleceu uma meta clara para o período de abstinência, que está em curso.
“Estou há 4 meses e pretendo estender por um ano. Não é sobre religião, é sobre não querer mais ser uma ‘opção 3, 4, ou 5’ e não ser ‘carne de vaca’“, declarou.
Na sequência de seu relato, o humorista refletiu sobre a dificuldade dos relacionamentos na sociedade atual e como o celibato o ajuda a focar em necessidades mais profundas que o ato sexual. Para ele, as pessoas buscam conexões autênticas.
“As pessoas querem se sentir especiais, querem afeto e querem histórias de amor para contar! A monogamia é desafiadora, mas ela desafia a força de vontade, o amor e até um pouco do caráter“, ponderou.
O humorista concluiu sua reflexão afirmando que o celibato tem substituído uma “necessidade primitiva” pela voz de sua essência.
“O celibato tira uma necessidade primitiva que ocupa muito tempo. A minha alma fala mais alto. Quando eu for transar, vai ser com a minha alma! Por acaso vai ter o corpo” finalizou.
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