Um caso raro chamou atenção dos moradores de Iraceminha, no Extremo-Oeste de Santa Catarina, após o nascimento de um leitão com dois corpos e uma cabeça. O animal, que nasceu sem vida, fazia parte de uma ninhada de sete filhotes e foi descoberto pelo agricultor Ênio Uebel. A deformidade congênita impressionou a família e levantou questionamentos sobre o que poderia ter causado a anomalia. Segundo especialistas, casos assim ocorrem por falhas genéticas durante a formação do embrião, resultando em gêmeos siameses, quando os fetos não se separam completamente no útero. O corpo do leitão foi enviado para a Unoesc de São Miguel do Oeste, onde passará por análises para tentar identificar as causas do problema. A história rapidamente se espalhou pela comunidade rural, despertando curiosidade e espanto entre os moradores.
Um leitão com dois corpos e uma única cabeça surpreendeu o agricultor Ênio Uebel, morador da comunidade de Linha Alto Biguá, no interior de Iraceminha, no Extremo-Oeste de Santa Catarina. O animal nasceu sem vida na última sexta-feira (8), durante o parto de uma porca que teve sete filhotes, sendo seis normais e um com a deformidade congênita.
“Eu percebi que tinha um porquinho diferente. Quando fui tirar, vi que estava morto. Ela tinha criado seis filhotes normais e, depois, nasceu aquele com dois corpos e uma cabeça só”, contou Ênio em entrevista à Rádio Alternativa.
O agricultor disse que, mesmo com anos de experiência na roça, nunca havia visto algo semelhante. “Em todos esses anos de roça, nunca vi nada parecido, nem ouvi falar. A gente ficou mais curioso do que assustado, porque é uma coisa que nunca tínhamos visto”, afirmou.
De acordo com especialistas, casos como esse são extremamente raros e resultam de falhas genéticas durante a formação do embrião, gerando gêmeos siameses quando dois fetos não se separam completamente dentro do útero. Nesses casos, os animais normalmente não sobrevivem, pois o compartilhamento de órgãos vitais impede o desenvolvimento normal.
O corpo do leitão foi encaminhado para a Unoesc, em São Miguel do Oeste, onde será analisado por professores e estudantes. O objetivo é identificar as causas específicas da deformidade e contribuir para estudos sobre anomalias genéticas em animais.
Na comunidade, o episódio rapidamente virou assunto entre os moradores, que acompanharam com espanto e curiosidade o registro feito pelo agricultor.
