Novos vídeos de câmeras corporais da Polícia Militar mostram o momento em que agentes encontram um corpo entre os escombros da casa que explodiu na quarta-feira (13), no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. A residência era utilizada para armazenamento ilegal de fogos de artifício, segundo as autoridades.
Novos vídeos de câmeras corporais da Polícia Militar mostram o momento em que agentes encontram um corpo entre os escombros da casa que explodiu na quarta-feira (13), no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. A residência era utilizada para armazenamento ilegal de fogos de artifício, segundo as autoridades.
A detonação, que atingiu um galpão clandestino de fogos e tomou grandes proporções, resultou na morte de Aldir (ou Adir) de Oliveira Mariano, de 46 anos, e deixou dez pessoas feridas, todas socorridas e levadas a hospitais da região. O impacto foi tão forte que o corpo da vítima fatal foi arremessado por cima do telhado e caiu em uma casa vizinha.
Investigações iniciais apontam que o imóvel funcionava como depósito clandestino de bombas e fogos. Vizinhos relataram surpresa ao descobrir a atividade irregular, afirmando que nunca desconfiaram do risco ao qual estavam expostos.
A Polícia Técnico-Científica analisa o corpo carbonizado encontrado dentro do imóvel em colapso. A suspeita é de que seja o próprio Aldir, que já havia sido investigado em 2011 por envolvimento com balões equipados com fogos de artifício. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) ainda não foi concluído. A esposa da vítima sobreviveu por pouco: ela estava em um shopping no momento da explosão.
Além da morte e dos feridos, veículos, casas vizinhas e estruturas do entorno ficaram completamente destruídos. Ao menos 23 residências foram interditadas pela Defesa Civil devido aos riscos estruturais.
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