O governo federal sancionou uma lei que proíbe o uso de linguagem neutra em administrações públicas direta e indireta da União, estados e municípios. A determinação foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi assinada também pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; e pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, nesta segunda-feira (17).

Lula sanciona lei que proíbe linguagem neutra em órgãos públicos; entenda

O governo federal sancionou uma lei que proíbe o uso de linguagem neutra em administrações públicas direta e indireta da União, estados e municípios. A determinação foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi assinada também pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; e pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, nesta segunda-feira (17).

De acordo com a Lei nº 15.263/2025 determina que a Política Nacional de Linguagem Simples, seja feita de forma clara, direta e acessível, fortalecendo o direito à informação e à participação social.

A pasta define padrões que todos os órgãos e entidades públicas deverão seguir na redação de comunicados, formulários, orientações, portais de serviços e qualquer outro conteúdo dirigido à população.

O objetivo é garantir que qualquer pessoa consiga encontrar a informação que precisa, entender o que está sendo comunicado e usar essa informação para resolver sua demanda. Além de facilitar o acesso, a política reduz custos administrativos, diminui retrabalho, melhora a qualidade do atendimento e fortalece a transparência ativa.

A nova lei estabelece objetivos da comunicação centrada nas pessoas, considerando a diversidade da população brasileira. A partir da nova normativa, os órgãos deverão:

  • Garantir que a administração pública use linguagem simples em todas as comunicações;
  • Ajudar o cidadão a entender e utilizar as informações oficiais;
  • Reduzir a necessidade de intermediários;
  • Diminuir tempo e custos com atividades de atendimento;
  • Facilitar o controle social e a participação popular;
  • Tornar a comunicação acessível para pessoas com deficiência.

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