A atriz Larissa Manoela se manifestou publicamente nesta terça-feira (18), para refutar de forma categórica as especulações sobre um suposto processo judicial movido contra seus pais, Silvana Taques e Gilberto Elias.

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A atriz Larissa Manoela se manifestou publicamente nesta terça-feira (18), para refutar de forma categórica as especulações sobre um suposto processo judicial movido contra seus pais, Silvana Taques e Gilberto Elias. Por meio de sua equipe de assessoria, a artista esclareceu que o litígio não envolve a família, mas sim uma antiga gravadora com a qual mantinha um vínculo profissional.

A verdadeira natureza da ação judicial

Em nota oficial divulgada à imprensa, a equipe de Larissa Manoela desmentiu a informação, que havia sido inicialmente veiculada pela coluna de Ancelmo Góis, no jornal O Globo. O comunicado enfatiza a falsidade do título que sugeria um embate judicial familiar.

“A informação noticiada hoje pela coluna do Ancelmo Gois (Jornal O Globo) de que Larissa Manoela está processando os pais NÃO PROCEDE. Esse título traz uma inverdade e a equipe da artista já entrou em contato com a coluna,” afirma o texto, pedindo a correção imediata do conteúdo.

A assessoria esclareceu que a ação é direcionada exclusivamente à Deck Produções Artísticas, antiga gravadora de Larissa. O comunicado reforça que o verdadeiro alvo do processo está “claramente evidenciado nos autos”, solicitando que os veículos de imprensa não compartilhem uma notícia que não corresponde à realidade dos fatos.

O contexto da disputa com a gravadora

A reportagem original mencionada pela atriz detalhava que os advogados de Larissa Manoela ingressaram com um recurso de apelação na 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O objetivo é buscar o reconhecimento do direito da artista a receber indenização por danos morais da Deck Produções Artísticas Ltda.

É importante ressaltar que, em julho deste ano, Larissa Manoela já havia obtido uma vitória judicial anterior. Na ocasião, a Justiça determinou a extinção do contrato de exclusividade firmado com a gravadora em 2012, quando a atriz tinha apenas 11 anos de idade. A Deck Produções Artísticas alegava que o vínculo contratual possuía caráter vitalício, ou seja, sem prazo para terminar.

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