Jair Bolsonaro pediu ao STF autorização para incluir 16 novos aliados na lista de visitas durante sua prisão domiciliar em Brasília. Entre os nomes estão parlamentares, jornalistas e ex-integrantes do governo. O ex-presidente segue recebendo visitas previamente autorizadas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou autorização ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para receber visitas de mais 16 aliados no Jardim Botânico, em Brasília (DF), onde cumpre prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto.
A defesa do ex-mandatário pediu para receber diversos aliados políticos, entre eles o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), o ex-desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Sebastião Coelho, padre Kelmon, entre outros.
A lista conta com diversos integrantes do PL, além de jornalistas apoiadores de Bolsonaro e mais. Confira a lista:
- Deputada Bia Kicis;
- Deputada Julia Zanatta;
- Senador Carlos Portinho;
- Deputado Sóstenes Cavalcante;
- Ex-desembargador Sebastião Coelho;
- Jornalista Tiago Pavinatto;
- Padre Kelmon;
- Deputado Onyx Lorenzoni;
- Dirigente do PL Antônio Machado Ibiapina;
- Deputado Gilvan Aguiar Costa;
- Deputado Giovani Cherini;
- Deputado Lenildo Mendes;
- Almirante Flávio Augusto Viana Rocha, ex-Secretário Especial de Assuntos Estratégicos;
- Secretário do PL Bruno Bierrenbach Bonetti;
- Abilio Brunini, prefeito de Cuiabá;
- Jornalista Augusto Nunes da Silva.
Nesta sexta-feira (21), o ex-presidente recebe o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Ainda neste mês, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, fará visita no Jardim Botânico no dia 26.
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) visita Bolsonaro no dia 1º de dezembro, enquanto o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, no dia 9, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, dia 10, e o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS), no dia 11.
Bolsonaro em prisão domiciliar
Jair Bolsonaro foi condenado a uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por sua participação na trama golpista após as eleições de 2022. No entanto, ele ainda não iniciou o cumprimento da pena porque a defesa tem direito a apresentar novos recursos, o que impede a execução imediata da sentença.
