Um ex-funcionário de uma loja em Passo Fundo acionou a Justiça do Trabalho alegando assédio moral e tratamento discriminatório. Entre os episódios relatados, o trabalhador disse que, em seu aniversário, os colegas não cantaram parabéns, como era costume na empresa, o que teria reforçado seu sentimento de humilhação.

Ex-funcionário afirma ter se sentido desvalorizado após colegas ignorarem seu aniversário e sofrer constrangimentos na loja. Foto: Freepik.
Ex-funcionário afirma ter se sentido desvalorizado após colegas ignorarem seu aniversário e sofrer constrangimentos na loja. Foto: Freepik.

Um ex-funcionário de uma loja em Passo Fundo acionou a Justiça do Trabalho alegando assédio moral e tratamento discriminatório. Entre os episódios relatados, o trabalhador disse que, em seu aniversário, os colegas não cantaram parabéns, como era costume na empresa, o que teria reforçado seu sentimento de humilhação.

O homem, contratado inicialmente como vendedor, afirmou que, nos últimos dois anos, substituiu supervisores durante o período de férias dos titulares. Segundo ele, havia recebido a promessa de promoção para o cargo de supervisor. No entanto, após a chegada de uma nova funcionária, teria sido rebaixado e passou a enfrentar boatos e constrangimentos diante dos colegas, que questionavam os motivos de não estar mais na posição de liderança.

O ex-funcionário relatou que a combinação desses episódios, incluindo o descaso no dia do aniversário, provocou sentimento de desvalorização e humilhação, culminando em um episódio agudo de enxaqueca.

Diante disso, o trabalhador solicitou à Justiça a rescisão indireta do contrato, com pagamento das verbas rescisórias correspondentes e indenização por danos morais. Em primeira instância, no entanto, a Justiça negou os pedidos.

 

Leia Mais:

 

Vídeos curtos

Mais lidas