A atriz Maite Perroni usou as redes sociais para responder a críticas sobre seu corpo e fez um forte desabafo sobre a pressão estética e os estereótipos sociais. Ela questionou a cultura do “nunca é o suficiente“, afirmando que o valor próprio não deve depender de ser “suficientemente magra ou inteligente“. A artista concluiu a mensagem aconselhando os fãs a abraçarem suas mudanças e a não permitirem que a opinião de outras pessoas defina quem eles são.

Imagem Ilustrativa\Reprodução: Internet - Pesquisa Google Imagens
Imagem Ilustrativa\Reprodução: Internet - Pesquisa Google Imagens

A atriz e cantora mexicana Maite Perroni utilizou suas redes sociais para desabafar publicamente após receber uma intensa onda de críticas relacionadas à sua forma física.

No vídeo publicado, a artista expressou surpresa por nunca ter imaginado que seu peso se tornaria um tema tão amplamente discutido e abriu uma discussão sobre a pressão estética e os estereótipos impostos pela sociedade.

Conhecida pela personagem Lupita de Rebelde, e por integrar o grupo RBD, ela iniciou a conversa abordando a dificuldade universal em aceitar a própria imagem diante dos rígidos modelos sociais.

A artista ressaltou que, embora muitas vezes seja um tema velado, a luta com a balança e a tentativa de se adequar a padrões estéticos afetam a todos. Ela enfatizou que essa busca incessante leva ao esquecimento da verdadeira identidade.

E embora não o digamos, todos nós lutamos com a balança. Tentamos mudar a nós nesmos para nos encaixarmos nos estereótipos que a sociedade nos impôs. E nos esquecemos de quem realmente somos. Vivemos em uma sociedade onde nunca se é o suficiente. Nunca seremos suficientemente bonitas, suficientemente inteligentes, suficientemente talentosas, suficientemente trabalhadoras, suficientemente magras. Como se o nosso valor dependesse disso. Quando nosso verdadeiro poder está realmente em poder aceitar cada uma das etapas da vida. Está em poder abraçar nossos processos com amor. Cada corpo é diferente. Cada corpo tem uma história para contar. E não somos perfeitos. Vamos mudando e vamos envelhecendo. E é por isso que hoje decido abraçar meu corpo e agradecer por ter me trazido até aqui. Por me dar a força para dar vida e poder atravessar todos os processos e mudanças e transformações que isso acarreta. E isso me faz hoje me sentir muito mais real e mais feliz. O que quero dizer aos que me estão escutando e aos que alguma vez se sentiram assim, é que nunca permitam que a opinião dos outros defina o seu valor. Enquanto isso, eu continuarei curando, deixando ir o que já não é.

Assista o vídeo: 

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