A influenciadora brasileira Gisele, que vive na Noruega há mais de 16 anos, compartilhou nas redes sociais um vídeo no qual mostra todo o método usado no país para realizar um exame de fezes  e a situação rapidamente viralizou.

Foto: Reprodução
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A influenciadora brasileira Gisele, que vive na Noruega há mais de 16 anos, compartilhou nas redes sociais um vídeo no qual mostra todo o método usado no país para realizar um exame de fezes  e a situação rapidamente viralizou.

Ela contou que, ao atualizar os exames do filho, recebeu um kit completo para coleta em casa: quatro recipientes numerados, cada um com uma função diferente, e até um penico de papelão para fazer a coleta. As instruções eram tão detalhadas que pareciam “um manual de experimento”. Depois de recolher tudo, Gisele enviou as amostras pelos correios e agora acompanha o resultado por meio de plataforma online.

Um dos recipientes exigia que o material fosse furado três vezes — outro, que tivesse marcações específicas —. Havia ainda uma lista rigorosa com orientações sobre o que podia ou não ser feito durante a coleta, o que reforçou nela a sensação de estar participando de um teste científico.

Gisele admitiu que não teve “estômago” para realizar algumas etapas sozinha, precisou da ajuda de alguém próximo e até brincou que estava gravando no momento justamente porque estava se recuperando de uma cirurgia. No vídeo, ela questiona seus seguidores curiosamente: “E aí, como funciona esse exame na cidade de vocês?”

Segundo ela, o procedimento norueguês é bem diferente do brasileiro: apesar de no Brasil também existirem vários frascos, geralmente o paciente leva tudo direto ao laboratório, sem precisar lidar com tantas etapas ou enviar pelo correio.

Além do choque cultural, a publicação levantou discussões acaloradas sobre autonomia do paciente, praticidade nos sistemas de saúde e confiança nos processos médicos. Para muitos, o método norueguês reflete uma abordagem mais sistematizada, eficiente e transparente — enquanto outros afirmam que poderia deixar pessoas desconfortáveis por exigir tanto envolvimento pessoal.

No fim das contas, a história de Gisele se tornou um espelho cultural para muitos brasileiros, mostrando que até nos detalhes mais inesperados — como um exame de fezes — as diferenças entre países podem ser profundas e surpreendentes.

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