Segundo a revista Veja, Moraes se reuniu com o general Tomás Paiva para tratar dos possíveis desdobramentos da prisão de Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação.
Segundo a revista Veja, Moraes se reuniu com o general Tomás Paiva para tratar dos possíveis desdobramentos da prisão de Jair Bolsonaro. Foto: Divulgação.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado (22). A prisão é preventiva e foi solicitada pela Polícia Federal (PF). Não se trata do cumprimento de pena da tentativa de golpe, mas de uma medida cautelar.

A prisão foi determinada por garantia da ordem pública, após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente, na noite de sexta-feira (21). Segundo fontes, a PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais.

No mandado de prisão, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ordenou que a PF cumprisse a determinação “sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática”.

“A autoridade policial responsável deverá cumprir o mandado no dia 22/11/2025, no período da manhã, observando que a medida deverá ser cumprida com todo o respeito à dignidade do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, sem a utilização de algemas e sem qualquer exposição midiática; ficando a seu critério a utilização ou não de uniforme e respectivos armamentos necessários à execução da ordem”, escreveu Moraes na decisão, de apenas duas páginas.

A prisão foi realizada na casa do ex-presidente, onde ele já cumpria prisão domiciliar. Em seguida, Bolsonaro foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal, localizada no Setor Policial Sul, em Brasília.

Leia mais

Jair Bolsonaro é preso a pedido da PF

Saiba o motivo da prisão preventiva de Bolsonaro

Saiba detalhes do momento da prisão de Jair Bolsonaro e o trajeto até a PF

Vídeos curtos

Mais lidas